quarta-feira, 11 de setembro de 2013

#ImagineHOT - Louis Tomlinson

Imagine retirado do blog Imagine Directioners
Meu vizinho é um insuportável, aliás, que vizinhos não são insuportáveis?
Alguém diz pra esse moleque que não é legal ouvir heavy metal em plena sexta-feira à noite? E o pior, ele escuta aquela merda de gritos no volume máximo!

– Eu não aguento mais! - falei alto.

Já estava a ponto de ir na casa ao lado e ordenar para que o babaca abaixasse aquela coisa que ele chama de música quando minha mãe entra no meu quarto vestindo um vestido longo.

– Aonde você vai? - perguntei.
– Jantar de negócios com a família Clarkson. Te avisei há três dias.
– Não me lembro.
– Você só fica nesse notebook, não faz nada o dia inteiro e ainda não ouve o que eu falo.

A olhei indignada.

– É meio impossível ouvir algo com esse cara escutando esses gritos!
– Não culpe o vizinho! Ele é um bom garoto!
– Um ótimo garoto! - falei esbanjando ironia e sarcasmo.
– Por favor não me estresse!
– Mas eu não falei nada!

Logo meu pai apareceu na porta do quarto chamando por minha mãe:

– Vamos, querida?

Minha mãe saiu do quarto depois de falar um "Juízo, Samantha" e eu apenas revirei os olhos.
Assim que vi através da janela do meu quarto o carro de meus pais dobrar a esquina, saí de casa e bati na porta do vizinho babacão.
O som foi abaixado e logo a porta foi aberta pelo retardado ouvinte de gritos.

– Olha aqui, seu babaca!
– Como é que é?
– Abaixa essa porra de gritos porque eu estou tentando dormir!
– Presta bastante atenção, pirralha: Eu estou na minha casa e escuto as músicas que eu quiser, então dê meia volta e vá se fuder!
– Quem você pensa que é pra falar desse jeito comigo?
– Faça-me um favor e vá embora! Está me atrapalhando!
– Estou te atrapalhando, é?
– Sim, agora tchau!

Ele fechou a porta na minha cara! Repetindo: Ele fechou a porta na minha cara!
Bufei e bati na porta novamente.

– O que você quer? - perguntou semicerrando os dentes.
– Abaixa essa droga!
– Não está na hora de criança ir dormir?

Revirei os olhos e respirei fundo.

– Seu nome é Samantha, não é?
– Sim, por que?
– Então, querida Samantha - falou sínico - dê o fora e vai arrumar um viadinho que te coma!
– Querido Louis - disse no mesmo tom - se você é um mal comido a culpa não é minha!
– Ah, então agora eu sou mal comido?
– Além de mal comido também é inteligente!

Louis estreitou os olhos e segurou em meu braço.

– Eu vou te pedir só mais uma vez: vai embora!
– Só vou embora quando você desligar esse som de merda! - falei soltando meu braço das mãos dele.
– Você paga minhas contas? Não, né? Então dá o fora!

O ignorei, entrei na casa e fui seguindo o som até chegar em um quarto. Assim que avistei o aparelho de som o desliguei.

– Mas o quê? - perguntou indignado - Sai da minha casa, garota! Cadê seus pais?
– Não te interessa!

Saí de seu quarto, mas logo ele puxou meu braço.

– Acha que vai invadir minha casa e vai ficar tudo bem?
– Tchau, cara, tchau!

Tirei meu braço das mãos dele, mas logo Louis novamente me puxou.

– Você deveria saber que os atos tem consequências!

Revirei meus olhos.

– E o que você vai fazer comigo?
– O que você acha que eu vou fazer com você?
– Não sou adivinha, moleque!
– Moleque? Hmm, acho que não!

Bufei o fazendo sorrir.

– Tenho dó de você, Samantha.
– Não preciso que tenham dó de mim.
– Você mal sabe o que te espera!

O olhei confusa, o que ele estava tentando dizer?

– Estou pensando se vou tirar sua ingenuidade, e sabe, eu decidi que vou tirar sim!
– O quê?!
– Quero deixar bem claro que você quis assim!

Eu sentia sua respiração em meu rosto, sabia o que estava por vir: ou ele me beijaria ou ele me beijaria. Em apenas alguns segundos a distância que havia entre a gente, sumiu.
No começo do beijo eu não sabia o que fazer, estava estática. Eu, involuntariamente, deixei que começássemos um beijo mais aprofundado, digamos assim. Louis me beijava com cautela, como se qualquer movimento bruto que ele fizesse eu poderia sair correndo. Então, ele sugou meu lábio inferior e o mordiscou em seguida me fazendo perder o controle, esse era definitivamente meu ponto fraco.
Minhas mãos foram até seus cabelos e eu puxei os fios com certa agressividade, talvez ele tenha se surpreendido, mas eu pouco me importei. A mão de Louis que antes estava em meu braço, foi para minha cintura me puxando para ainda mais perto de si, e logo senti seus dedos entrelaçados em meu cabelo os puxando.
Agora o beijo já havia perdido seu status de calmo, agora Louis não me beijava com cautela alguma. Ele sabia beijar. Eu nunca havia sido pega de jeito apenas por um beijo, ninguém nunca havia me beijado daquela maneira, talvez pelo fato de que todos os meus ex-namorados não tinham pegada alguma. Sim, eu estou admitindo que o meu vizinho babaca ouvinte de gritos tem pegada!
Assim que o ar se fez necessário nós afastamos nossos lábios. Ainda com meus olhos fechados, eu coloquei minhas mãos na frente de sua blusa. Abri meus olhos e olhei para Louis, as respirações estavam descompensadas e apenas nos encarávamos.

– E agora? - perguntou ele ainda com a respiração levemente descompensada - Continuamos?

Havia uma pequena "batalha" dentro de mim. Eu queria continuar, algo dizia que eu devia continuar, se o beijo dele era assim, imagina na hora H!

– Sim - sussurrei quase não acreditando que eu realmente havia aceitado isso.

Um pequeno sorriso surgiu em seu rosto e então ele apertou minha cintura e esperamos alguns segundos até nossa respiração se tranquilizar.
Finalmente nossa respiração voltou ao normal, Louis já selou nossos lábios novamente e me imprensou na parede. O beijo agora não tinha nada de calmo, era apenas rápido e urgente.
Ele colocou as mãos na parte de trás de minhas coxas e assim as ergueram fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura e passasse os braços em volta de seu pescoço.
Louis me colocou sentada em uma espécie de mesa e partiu o beijo para tirar a camisa por conta própria, ele me encarou meio que dizendo Não vai tirar a sua?, bem, então eu tirei a minha e a joguei no chão.
Eu realmente não tinha aquela experiência nesse assunto, mas não que eu seja virgem, afinal, tenho 19 anos, então por favor né.
Louis começou a distribuir beijos e mordidas em toda a extensão de meu pescoço até me surpreender com um chupão.

– Ei! - repreendi.

Ele deu um riso abafado e abriu meu sutiã fazendo com que um gemido saísse de meus lábios assim que senti sua língua em meus seios.
Logo Louis terminou seu trabalho (?) ali e abriu os botões de meu shorts, havia um volume consideravelmente grande em sua calça e então eu aproveitei que meu shorts estava a ponto de ser tirado e saí de cima da pequena mesa. Desabotoei sua calça e terminei de tirar meu shorts. Logo havia um montinho de roupas no chão do quarto.
Ele puxou minha nuca e selou nossos lábios novamente. Deslizei a mão em seu abdômen e coloquei minha mão por dentro de sua cueca apertando seu membro totalmente rígido e então Louis gemeu entre o beijo, puxou meu lábio inferior e deu uma leve puxada em meus cabelos. Puxei sua cueca para baixo ainda o beijando, parti o beijo quando o ar se fez necessário pra mim e dei leves beijos e mordidas em seu pescoço o fazendo respirar fundo. Em segundos a cueca de Louis começou a fazer parte do pequeno monte de roupas. Ele passou o braço por volta da minha cintura a apertando e me girou até me deitar na cama, Louis apoiava seu peso em seus braços e continuava me beijando, logo ele saiu um pouco de cima de mim e tirou minha calcinha enquanto um pequeno sorriso de canto surgia em seu rosto.
Louis abriu a terceira gaveta do criado mudo, tirou dali uma camisinha e me entregou, dizendo:

– É toda sua!

Eu me ajoelhei na cama, rasguei o pacotinho verde e coloquei ela calmamente enquanto encarava Louis que estava com os olhos semicerrados e o abdômen contraído enquanto prendia a respiração. Assim que terminei de colocar o preservativo em Louis, ele me deitou na cama novamente e abriu minhas pernas colocando sua boca perto de meu ouvido e sussurrando:

– É agora, Samantha!

Eu me arrepiei e gemi ao sentir apenas 'a cabeça' do membro de Louis em minha intimidade. Ele penetrava só um pouquinho e depois tirava me deixando agoniada.

– Louis!

Ele riu e penetrou tudo me fazendo gemer alto e segurar os lençóis da cama.
Louis começou com estocadas precisas e lentas. Meus olhos estavam fechados e minha boca entreaberta fazendo com que os gemidos saíssem sem que eu me importasse, abri meus olhos assim que senti meu lábio inferior ser puxado pelos dentes de Louis e logo depois sugados me fazendo gemer mais uma vez. Ele realmente havia descoberto meu ponto fraco.
Louis começou a estocar rápido e com força fazendo a cama ranger e bater na parede. Minhas mãos foram até suas costas e eu aproveitei o fato de que minhas unhas estavam compridas e arranhei toda a extensão das costas de Louis o fazendo gemer baixo e suspirar.
Eu espalmei minhas mãos em seu peitoral e o deitei na cama fazendo com que eu ficasse sentada em cima dele. Louis sorriu com meu gesto e deixou um gemido escapar quando eu comecei a me movimentar em cima dele. Ele colocou as mãos em minha cintura e ia erguendo de tempos em tempos a sua.
Ambos já estávamos cansados, mas queríamos mais, precisávamos de mais. Então, Louis novamente ficou por cima de mim e continuou com as estocadas.
Eu gozei em meio a uma estocada fazendo com que Louis sorrisse e eu gemesse alto com os olhos fechados e o corpo agora extremamente relaxado.
Louis investiu apenas mais duas vezes e logo gemeu um pouco mais alto ao chegar em seu máximo. Ele saiu de mim, literalmente, e se deitou ao meu lado.

– O que acabou de acontecer? - sussurrei ainda não acreditando.
– Sexo - respondeu com a respiração totalmente descompensada e encarando o teto.

E então a fica caiu. Eu não podia ter deixado isso acontecer.
Me levantei da cama ainda respirando com dificuldade e comecei a vestir minha roupa que estava jogada junto com a de Louis.

– Aonde você vai? - perguntou se levantando.
– Vou pra minha casa.
– Por que?
– Eu não deveria nem ter saído de lá!

Louis também começou a se vestir depois que tirou o preservativo, mas eu não o esperei e saí do quarto.

– Espera! - o ouvi dizer.

Respirei fundo e abri a porta da casa dele saindo dali rapidamente. Louis puxou meu braço assim que eu pisei no gramado da minha casa.

– Foi ruim? - perguntou preocupado.
– Não, muito pelo contrário.
– Então por que está assim?
– Porque isso não deveria ter acontecido! Eu não devia ter deixado isso acontecer!

Ele respirou fundo.

– Para de se torturar, Samantha!

Balancei a cabeça em sinal de negação.

– A próxima vez será melhor!

Melhor que isso? - pensei.

– Não terá segunda vez!
– Terá! - insistiu.

Ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou:

– Com direito a oral e tudo!

Senti meu rosto corar e ele riu.

– Boa noite - falou enquanto entrava rapidamente dentro de casa devido ao fato de ele estar sem camisa e eu me permiti sorrir ao ver minha marca em suas costas.

#ImagineHOT - Louis Tomlinson

                ( aiai q delicinha <3 )

Terça-

FEITO POR : AQUI
“Um Pequeno Engano”
Calor. Tédio. Preguiça. Mais tédio… Louis soltou uma praga enquanto jogava a pequena bola de tênis pela milionésima vez contra a parede. Esticou o braço pelo tapete e pegou o controle do ar condicionado colocando no máximo, e daí se congelasse tudo? Congelar devia ser mais legal que morrer de tédio, jogou a bolinha mais uma vez e a pegou no ar. Era simplesmente inaceitável que ele, Louis Willian Tomlinson, integrante da boyband do momento estivesse em casa em plena sexta-feira morrendo de tédio largado no tapete da sala apenas com uma bermuda azul marinho cozinhando com o calor infernal e anormal que fazia, sem ex-namorada, sem amigos de banda, sem fãs, sem coisa nenhuma pra passar o tédio. Jogou a bolinha contra a parede mais uma vez, porém devido a força que empregou o objeto voou para longe de si. Pegou o celular que estava próximo a si e ligou para o único dos meninos que ainda não havia tentado, ficou estalando os lábios enquanto esperava, contou sete toques, até que a voz esperada fez-se ouvir.
- Mas que diabos você quer Louis? – Zayn disse irritado
- Oi pra você também Zayn amorzinho, eu estou bem! Obrigado por perguntar não precisava se preocupar tanto… – Louis disse em tom irônico
- Lou, você me esperou falar, se tivesse acontecido alguma coisa você já estaria aos berros… - Zayn comentou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo
- É, até que faz sentido…- Lou comentou mais para si mesmo do que para o outro.
- Louis meu amor, se você não se importa eu estou meio ocupado - Zayn disse logo após uma voz feminina chamá-lo
- Não tem jeito mesmo né tigrão? Manda oi pra agente P. – Louis disse e gargalhou ao escutar Perrie e Zayn o xingando e em seguida os dois caíram na risada também
- Mas sério dude, aconteceu algo ou era só saudade da minha voz maravilhosa?- Zayn perguntou parando de rir
- Nada demais, só queria saber se você não estava a fim de entrar no táxi e trazer seu lindo traseiro até aqui pra gente fazer alguma coisa pra passar meu tédio - o mais velho respondeu encarando o teto
- Cara, isso soou suspeito demais até pra você… – os dois riram - mas ai, esse cargo normalmente não é do Hazza? Ou será que finalmente você percebeu que meu topete é mais sexy que os cachos dele?
- Nem… Harry já tinha planos pra essa noite também…
- Porra Louis, não precisava esfregar na cara que sou segunda opção, isso magoa cara - Zayn fez voz de manhã no telefone e Louis escutou Perrie rir e dizer algo como “já volto”- ok cara, o que tá acontecendo?
- Sei lá Zayn, estou com um puta tédio, mas ao mesmo tempo morrendo de preguiça, tipo, sei lá….
- Lou, papo sério?
- Que foi? - Louis perguntou apreensivo com a mudança no tom de voz de Zayn
- Quanto tempo cê não sai com uma garota? - Zayn perguntou direto
- Oi? – Louis respondeu meio desorientado
- Isso mesmo Tomlinson, quando tempo cê não sai com uma garota? E não vem falar daquele seu jantar estúpido com a Hannah que aquilo foi coisa de amigo! Vou deixar mais fácil pra você, quanto tempo você não pega aluem? Tipo, sexo? Alguém que não seja o Harry claro…
- Zayn, cê pirou né?
- Não jumento, eu não pirei. Tô falando sério! Qual é Lou, não somos mais crianças! Tu anda mal humorado, tipo, mais que o normal, e todos nós sabemos que sexo alivia vários tipos de tensão. Não estou falando isso pra ser sem vergonha e nem nada do gênero, é só que você sabe que eu tenho razão…
- Eu sei, mas cara não é simples assim sabe? Por mais que eu tenha certeza que muitas garotas não iriam achar ruim, não acho certo sei lá, passar a noite com uma fã e já era, no outro dia olhar pra cara dela e nem lembrar o nome, me sentiria um monstro porque sei que ia significar muito pra ela…- Louis respondeu pensativo
- E quem disse fã? Cê não é nem louco de aprontar isso com uma das nossas meninas Tomlinson! - Zayn disse com aquele tom de irmão mais velho bravo que usava todas as vezes que falava das fãs – Não sei se você sabe, mas existem garotas especializadas nesse tipo de serviço se é que você me entende.
- Zayn, só pra te contar eu sou o mais velho e não sou retardado, eu entendo o que cê tá querendo dizer, mas sei lá… acha que é seguro?
- Louis tem certeza que é o mais velho? Já ouviu falar de camisinha? – Zayn perguntou com uma voz um pouco irritada
- Zayn para de ser animal, eu entendo de sexo, eu to falando se sigilo…
- Ok senhor “prazer sexólogo Tomlinson em que posso ajudar?”, pega uma caneta que vou te passar o telefone de um local de confiança…
- Zayn, você me assusta as vezes sabia? – Louis riu - Depois o povo fala do Harry…
- Harry pode ser safado, mas eu sou o badboy, lembra? Pegou papel?
- Fala ô poderoso BadBoy.
Zayn passou o número para Louis e logo em seguida os dois desligaram. Louis ainda ficou olhando por algum tempo antes de pegar o telefone de casa e ligar para o lugar aonde Zayn tinha lhe entregado o telefone. Rezou para que nenhuma garota daquele lugar conhecesse a banda. Ia ser um escândalo se ela simplesmente chegasse na porta e encontrasse Louis Tomlinson assim.
A moça que atendeu disse a ele para esperar enquanto citou vários nomes. Louis franziu a testa pra aquilo, mas acabou escolhendo um aleatório. Ele suspirou e voltou para o chão e continuou a brincar com a bolinha.
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- Tem certeza? – a garota perguntou para as amigas dela.
- Claro! – confirmou uma que estava mais perto – Você gosta do Louis faz tempo, mesmo antes dele ser famoso, e esse é seu aniversário de 18! Vamos, vá até a casa dele convidá-lo para a festa!
A garota mordeu o lábio e pensou. É, era verdade. Sempre gostara do babaca que morava dois andares abaixo do seu, desde a época em que fez Grease na escola. Ele era um idiota, mas coração não escolhe.
- Ok – ela disse se pondo de pé - vou chamá-lo!
Suas amigas fizeram uma festinha fingida pra qual ela rolou os olhos, então vestiu seu moletom por cima da blusa de alcinha, saiu de casa e começou a descer as escadas, indo na direção dele.
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Louis não aguentava mais. O ar condicionado não estava adiantando e ele estava começando a achar que Zayn estava certo. Talvez fosse mesmo falta de sexo. Achou estranho admitir isso pra si mesmo, mas pôs na cabeça que no momento que a tal da garota chegasse, ele não a deixaria perceber que fazia tempo. Iria pegá-la de jeito.
A companhia tocou e ele sorriu.
- Finalmente! – Louis exclamou e então foi na direção da porta. Ele a abriu e encostou na porta, encarando a menina. Se perguntou por que ela estava com tanta roupa.
Ela ia falar alguma coisa mas se distraiu descendo o olhar por Louis, que não usava nada mais além da cueca. Louis rolou os olhos.
- Imaginei que você se parecesse um pouco mais com a Pamela Anderson, mas tudo bem, amo morenas.
Com isso, Louis agarrou o braço da garota e a puxou pra ele. Ela se assustou. Louis enlaçou suas pernas e as colocou em sua cintura, virando pra dentro de casa e batendo a porta com o pé. A garota não demorou pra enlaçar as unhas no cabelo dele. Louis soltou um gemido. Porra, verdade, há quanto tempo ele não ficava com alguém?
Ele trataria a garota como uma deusa, nos momentos comuns, mas não podia negar, estava na seca. Ele a soltou e a deixou cair no sofá sentada, respirando com a dificuldade. Ele sem esperar por ela falar alguma coisa desceu a boca para seu colo e começou a tirar as roupas. Ela ajudou meio destrambelhada, mas em alguns segundos, ela não usava mais nada. Ah foda-se que ela não era a cara da Pamela, ela era linda. Louis olhou pra ela inteira e ela corou, e então subiu uma mão pela sua cintura, e enlaçou um seio em uma mão. A garota soltou um gemido baixinho.
- Você gosta, né? – disse Louis.
Ela fechou os olhos.
- Me responda – Louis falou. Se ela fora paga pra sexo, Louis iria tirar todo o peso de seus ombros era agora. Esqueceu o cavalheirismo por um tempo.
- …Gosto…
- Hm. – disse Louis.
Ele levou a boca e mordeu de leve, e então puxou o mamilo com os dentes. A menina se contorceu em baixo dele e Louis gemeu com isso. Sua outra mão foi para o outro seio, e ele revezada aonde ficava com a boca. Ele se levantou e então se sentou ao lado dela e abaixou a bermuda com uma mão.
A menina olhou aquilo tudo de boca aberta.
- Anda, pegue essa sua linda boca e ponha ela já aqui – disse ele lhe dando a mão, e a posicionando ajoelhada de frente pra ele. Louis enlaçou seu cabelo com os dedos, mas não precisou trazer ela até ele, ela veio por contra própria.
Ela escondeu os dentes nos lábios e manteve a boca apenas na ponta. Louis deixou a cabeça cair pra trás, com uma arfada baixa. Louis comandava o movimento e a velocidade dela com a mão que estava na sua nuca, e aos poucos, a garota começou a ir mais fundo.
Louis gemeu e não percebeu quando começou a imitar os movimentos com os próprios quadris. A menina segurava na boca por um tempo depois apertava os lábios, uma coisa que o estava deixando maluco. Assim que ela se soltou, ela parecia um pouco mais selvagem e então, unhou as suas coxas. Louis sorriu pra ela.
- Que selvagem – ele disse.
Ela riu e então pulou em cima dele, montando nele como se ele fosse um cavalo. Louis deixou as mãos na sua cintura e então notou que ela estava… rebolando? Em cima dele. Ele não sabia o que ela estava fazendo, mas ela mexia os quadris em cima dele. Meu deus…
Louis ajudou com a própria mão pra que ela se posicionasse perfeitamente em cima do membro dele, e assim que notou que estava certo ele deu uma estocada rápida pra cima, aproveitando a situação. Ela gritou e puxou o cabelo dele pelo pé do cabelo pra trás.
Louis franziu o cenho. O que foi isso? Isso era coisa de virgem… De qualquer modo, deixou aquilo de lado e continuou. Ele impulsionou o quadril pra cima e não diminuiu a velocidade. Conforme os movimentos continuou aconteciam, ela começou a imitá-lo. Até demorou, pra alguém que trabalhava com isso.
Louis a puxou pelo cabelo e começou a beijar seu pescoço. Lembrou que não tinha trancado a porta, então ia ser uma beleza se alguém entrasse, mas não se importou com isso.
A garota desceu as mãos pelo seu pescoço e começou a arranhá-lo nas costas. Louis adorou aquilo. Ela mordeu seu lábio e o puxou pra ela. Ele abraçou a cintura dela e a colou nele, nunca parando com o movimento vai-e-vem. Ele havia estranhado a garota no começo, mas ela era boa e por alguma razão, parecia apaixonada e sem ofensas, parecia virgem. Isso era impossível, vendo pelo trabalho dela, mas Louis sentiu como se ela fosse uma namorada dele. Por isso gostou dela.
Ele virou a garota, deitando no sofá, de um jeito que ela apoiasse as costas e ele ainda se mantivesse entre suas pernas. Ele posicionou seu membro entre as pernas da garota, que já ofegava descontroladamente. É garoto, ainda tô na ativa, Louis pensou consigo. Ele começou a estocar com delicadeza, mas logo acelerou o ritmo, mesmo querendo trata-la bem, ela era uma garota de programa, para pra isso, porque ser tão gentil. Mas algo no olha dela de desejo e paixão o chamou a atenção, foi quando com um susto, Louis ouviu a campainha.
A garota assustada se encolheu debaixo dele.
- Você tá esperando alguém? – ela perguntou aflita fitando a porta e tentando se esconder atrás dele.
- Fora você? Não que eu tivesse chamado.
- Pera, você estava me esperando? – a garota disse confusa. Louis a encarou pro um instante.
- Claro que estava! – parando pra pensar por um instante ele pensou que poderia ser Zayn querendo fazer uma brincadeirinha. – AH cara. Não pode ser! Se for esse imbecil. – Louis se ajeitou no sofá, depois passou o moletom da garota que estava ali próximo no chão. – Eu só ver quem é, não se mecha.
A garota pôs o moletom por cima dos ombros, tentando cobrir um pouco dos seios.
Louis girou a maçaneta da porta e a abriu. Uma moça vestida em um vestido tubinho preto brilhoso, usando uma bota cano médio preta e com maquiagem leve, cabelos loiros soltos e enrolados sobre os ombros o encarou, o avaliando de cima a baixou, Louis fez o mesmo, a observando de baixo para cima.
- Er… posso ajudar?
- É claro, procuro por Louis Tomlinson, na verdade, ele é quem me procura – a moça disse com um sorrisinho no canto da boca.
- Er, desculpa mas acho que … está havendo algum engano … – Louis disse confuso.
- Bom, na agencia me disseram que esse era o endereço, mas pelo visto – a moça disse se inclinando e dando uma olhada por cima do ombro de Louis para a garota encolhida no sofá. – Acho que alguém chegou antes de mim.
Louis seguiu o olha da moça na porta até a garota sentada em seu sofá. MEU DEUS! QUE MERDA!

#ImagineHOT - Harry Styles


   
Nunca tive muito autocontrole. Nem mesmo quando era realmente necessário, e muito menos quando se tratava de uma garota. Nesse momento, eu estava saindo. Estava indo a casa do Niall, por que ao que parece ele levaria um grupo de amigos lá e daria uma festa. Eu parei no hall do meu apartamento e esperei o elevador. Não vestia nada demais. Uma camiseta azul escura, calça jeans escura e all-star branco. Roupa simples, comum e básica. O elevador chegou e eu entrei, logo apertando o botão do térreo. Eu encostei na parede e verifiquei o horário no meu celular. Eu estava atrasado, que beleza. Franzi a boca e guardei o celular no bolso. Percebi que o elevador iria parar no próximo andar graças a alguém que o tinha chamado também. Franzi a cara. Que droga – pensei – já estou atrasado, e isso vai ajudar muito…
Eu joguei o cabelo pra frente no momento em que a porta abriu e então o sacudi como eu estava acostumado a fazer e então o joguei de lado e arregalei os olhos feito um idiota ao ver quem tinha entrado no prédio. Eu desviei o olhar cobrindo a boca com a mão disfarçadamente. Ela estava linda. Ela usava uma roupa casual, mas que de alguma forma mexeu comigo. Um shorts cor de rosa e um Cardigan azul claro. Chinelos nos pés e o cabelo solto e completamente bagunçado, coisa de quem tinha acabado de acordar. Ela sorriu pra mim e então voltou a encarar a sua frente.
Eu fora apaixonado por essa garota fazia um bom tempo, mas eu nunca tivera atitude o suficiente para chamá-la pra sair. Claro, eu provavelmente conseguiria, mas ela era uma garota simples, e eu um astro-pop. Jamais daria certo e ela nunca aceitaria, então pra que tentar?
Eu fechei os olhos e praguejei em minha mente. Droga, por quê? Por que ela tinha que usar esse perfume que me deixava rolando os olhos e me fazia pensar coisas obscenas sobre ela? Por que ela tinha que conferir a maquiagem mordendo o lábio de leve pra ver se estava boa? Por que ela tinha que sacudir os cabelos pra eles ficarem no lugar certo? … Por que ela tinha que estar no mesmo elevador que eu?
Eu ainda estava de olhos fechados e no escuro quando o elevador deu um solavanco e parou, e ao abrir os olhos me encontrei na mesma situação da de antes: no escuro.
– Mas que p… – ela disse e eu olhei pra fonte da voz.
– Acabou a energia – comentei.
– É o que parece…
Eu encostei na parede e fiquei meio que de frente pra onde ela estava. Deixei minha cabeça passar por Niall e se ele ficaria preocupado se eu não aparecesse. Então, eu inalei e senti o perfume dela outra vez. Fechei os olhos. Eu apertei os dedos na própria mão mordendo a boca forte.
– Argh, que droga! – ela exclamou. Eu levantei a cabeça. Ela tinha que xingar né, é claro, as mulheres acham isso normal, não garotas aqui vai uma dica, quando você xinga mas está realmente nervosa, é sexy. Por isso adoramos isso nas brigas, mas por que ela tinha que fazer isso enquanto estava presa no escuro, trancada num cubículo de 2m²comigo?
Pare de pensar merda Harry…
Bom, sempre imaginei que ao tentar falar com ela, eu ficaria vermelho feito um camarão, então por que não tentar no escuro? Que mal teria? Eu sorri. Eu ia falar com ela sim. Não era como se simplesmente trocar algumas palavras fossem resultar em sexo no elevador…
– Você mora no 2B, certo?
– Sim. E você é o Harry Styles.
– Isso não foi uma pergunta.
Ela riu, um som que eu adorei e sorri ao ouvir.
– Não, só um fato. Estranho conversar com um famoso…
– Não pense em mim como um ’famoso’, pense em mim como um garoto qualquer do seu prédio – falei.Um garoto qualquer do seu prédio que estava segurando todas suas forças para não te agarrar agora mesmo.
– Não posso fazer isso. Você não é um garoto qualquer.
– Não? – perguntei sorrindo.
– Não. Você é um cantor mundialmente famoso. Não pode mudar o que é…
– Nem quero – respondi sorrindo e mesmo no escuro pude notar que ela sorriu pra mim.
– Deve ser legal. Ter todas as garotas do mundo praticamente implorando pra você dormir com elas…
– Não quando na verdade nós só queremos uma – Isso Harry, parabéns, fodeu tudo de uma vez só, continua jogando indireta, otário. Pensei. Percebi que ela ficou em silêncio enquanto me raciocinava sobre o que eu tinha dito e então ela coçou a cabeça.
– Entendo. É bem difícil quando amamos alguém que não podemos ter.
– Oh yeah – concordei olhando exatamente pra onde ela estava.
Nós continuamos no silencio e então ela suspirou e encostou na parede do meu lado. Essa garota estava pedindo… Ela franziu o rosto antes de começar a tirar a sua blusa, se deixando revelar uma blusa de alcinha branca, que não ia até a barra da cintura do shorts, deixando um pedaço da sua barriga a mostra, e eu me peguei inclinado pra frente e para baixo, com a cabeça torta e olhos semicerrados, tentando achar algum ponto de sua barriga pra mim encarar. Infelizmente, ela notou. Infelizmente? Bom… não foi tão ruim assim.
– Está me avaliando, Harry?
– … Talvez – disse com um pouco de coragem.
Ela rolou os olhos e suspirou e então olhou pra mim e eu retribui olhando pra ela.
– Não entende mesmo as indiretas, né?
Eu arregalei os olhos. Oi? Isso foi pra mim mesmo? Ela inclinou o quadril pra frente, de um jeito muito… provocante. Eu abri a boca e então subi os olhos que estavam em seu quadril até onde seu rosto estaria, abrindo um sorriso torto no caminho. Antes que eu pudesse mudar de ideia, eu desencostei e fui pra frente dela, encostando no corpo dela ao invés da parede mas dessa vez de frente. Ela gelou.
– Que tal me dar outra coisas além de indiretas? – comentei piscando.
Ela sorriu e então levou suas mãos pro meu cabelo, aonde enfiou as unhas e então me puxou pra ela. Era praticamente impossível de acreditar que eu estava finalmente me amassando com ela. Ela ficou nas pontas dos pés para poder me alcançar. Suas duas mãos segurando o meu rosto contra o dela enquanto sua boca contornava a minha de uma maneira inacreditável. Eu levei uma das minhas mãos pra sua cintura e a puxei ainda mais pra mim, de modo que nem ar passava entre nós dois. A minha outra mão foi para o seu cabelo, aonde eu segurei, bagunçando-o ainda mais. Ela soltou a minha boca e ofegou.
– Não acredito que estamos fazendo isso… – ela disse.
– Pare de falar e volte a me beijar…
Ela gemeu baixinho.
– Meu deus, sua voz…
Eu levei a minha boca para o ouvido dela e sussurrei o nome dela. A mão que estava em seu pescoço sentiu ela se arrepiar e então eu sorri antes de começar a distribuir beijos no pescoço e nos ombros. Eu dei leve mordidas, apenas para saber se ela gostava e fiquei feliz ao ver que sim. Ela praticamente não tinha espaço para se mover, mas de alguma maneira ela conseguia se contorcer sob mim, e o mais perverso de tudo foi que eu gostei. Gostei da maneira que ela se mexia, mas não por tentar fugir, por prazer mesmo…
Uma das suas mãos começou a descer pelas minhas costas e as manteve ali por um segundo, enquanto eu segurei a sua cintura com os dois braços e a tirei do chão, a imprensando contra a parede. Ela não subiu as pernas na minha cintura, simplesmente me deixou segurá-la ali. Em menos de 5 segundos, ela começou a puxar a minha camiseta com as mãos de um modo desesperado e então eu afastei o tronco, deixando que ela a puxasse. Meus colares bateram no peito agora nu, e ela os segurou na palma da mão antes de colocá-los pras minhas costas.
– Belo colar – ela disse antes de voltar a me beijar. Suas mãos passeavam pelos meus ombros e costas, então vinham para o peito onde subiam para o meu pescoço e cabelo. Era um ciclo vicioso do qual eu nunca ficaria cansado. Eu subi as mãos da sua cintura por debaixo da blusa, e fiquei contente ao notar que ela não tentou me parar. Eu alcancei seus seios e felizmente ela estava sem sutiã. Sutiã era um grande quebra-clima nessas horas, poxa, ter que parar tudo o que você está fazendo, aquele caminho à loucura só pra abrir aquele fecho maldito que parecia colado por natureza? Argh… Ela mordeu a minha boca quando eu apertei um de seus seios e então eu mordi a dela de volta. Eu ia colocá-la novamente no chão, mas quando a desci, seu quadril encontrou o meu e ela por instinto se empurrou contra mim, me fazendo soltar um gemido que eu nunca tinha sequer imaginado ter a capacidade de produzir. Só de sentir ela, a sentir contra mim, se insinuando pra mim, se dando pra mim me fazia imaginar coisas que eu não poderia pensar agora. Eu retribui a sensação quando imitei uma estocada nela, e da mesma maneira que eu senti ela se derreter nas minhas mãos, então eu continuei até que a sensação dela enfraquecesse e então sumisse.
Ela pôs as mãos no meu peito e se afastou de mim. Não pude ver cara dela, mas senti duas mãos me ajudando a girar e então ficar encostado na parede gelada. Franzi o cenho. O que ela faria ag- Oh meu deus… Eu joguei a cabeça pra cima e gemi quando ela desceu a mão pela minha barriga e entrou com os dedos por dentro da calça e cueca, segurando o que eu mais queria que ela segurasse agora. O gemido pareceu incentivá-la a fazer mais, então ela começou a mover a mão num movimento vai-e-vem. Eu mordi a boca tentando controlar os gemidos que ameaçavam sair a todo momento, e então quando eu menos esperava, algo um pouco mais quente me tocou lá, e não era sua mão. O momento em que sua boca começou a distribuir pequenos chupões de leve e mordiscadas eu gemi de novo e ela riu.
– Você é barulhento… – ela comentou.
– Você vai ficar pior quando for eu no controle – avisei.
Ela pareceu perder o sorriso e voltou ao trabalho. Ela fez coisas que eu tenho que admitir, sonhei com aquilo várias vezes, e vou deixar o comentário “Ela é habilidosa” pairar no ar. Ela subiu a boca pela minha barriga, peito até alcançar meu pescoço, e foi aí, que eu achei que ela já tinha dominado demais. Graças a ela, eu já estava com as calças meio que abaixadas, assim como a cueca, então eu enlacei minha mão na barra do seu shorts e a puxei do chão por ele, a girando e a encostando na parede num movimento rápido. Ela arfou quando eu a bati com as costas na parede do elevado, e apesar e ainda a segurar só pelos shorts, não a machucava. Levei minha boca a um de seus seios e ela levantou a cabeça pra cima e ofegou. Eu mordi de leve o mamilo e ela mordeu a boca. Isso só piorou a minha situação…
Eu a pus no chão e ao soltar seu shorts notei que eu tinha realmente o alargado. Ele desceu por suas pernas com o mais leve puxão e eu sorri ao ver meu bom trabalho. Eu agachei e segurei uma de suas coxas e então a levantei, deixando-a com uma das pernas levantadas.
Ela sufocou um grito quando notou o que eu ia fazer.
– Harry, não ous- PORRA! – Eu ri e ela gritou e isso foi quando eu coloquei um dedo dentro dela. Sorri olhando pra cima e ela estava de olhos fechados, ou era o que eu achava na escuridão total. Eu acrescentei mais dois dedos e então adicionei a boca no trabalho. É, ela foi tão barulhenta quanto eu, talvez mais…
Eu tirei os dedos dela e subi para sua cintura a segurando no lugar enquanto eu subia a boca pela sua barriga.
– Agora estamos kits…
– Besta.
Eu sorri e agachei atrás de uma camisinha que eu tinha no bolso da calça. Ué, eu estava indo pra uma festa… tinha que levar proteção, não é?
Sorte que pra alguém que já estava acostumado a fazer isso com uma mão só, modéstia a parte, não demorei muito. Enquanto eu voltei a beijá-la, com uma das mãos eu ajudei a entrada e logo que consegui e então subi a mão pausando-a na parede ao lado dela, eu a empurrei pra cima com o quadril, finalmente encaixando o meu com dela. Ela gemeu, talvez por dor ou prazer, não sei. E então eu continuei. Sempre o mesmo movimento. Nós dois estávamos de pé, o que não era muito confortável, mas ninguém aqui estava atrás de conforto, somente de prazer. Que é, sinceridade é uma dádiva…
Ela arranhou o meu pescoço e então e dobrei e velocidade de cada estocada. Pude sentir meu cabelo molhado por causa do suor e algumas gotas escorrendo pelo meu rosto. Por mais que nós não conseguíssemos enxergar um ao outro, sabia que agora ela deveria estar com uma feição intensa, o cabelo molhado e suado balando sobre o rosto e olhando pra mim. Eu levei minha mão ao seu seio novamente e percebi que ela estava tremendo. Só eu mesmo pra tremer com uma garota… Apesar que ela não era uma garota comum. Eu realmente amava essa. Ela era… diferente das outras. Ela era aquela garota que todos cortejam enquanto ela simplesmente acompanhava a mãe em suas visitas. E o que era pior, por que minha mãe era amiga da sua, vamos rezar pra que nada saia desse elevador…
Eu já tinha redobrado a velocidade eu pude notar que ela estava fazendo esse som, que era um quase-gemido em todas as vezes. Ah isso era bom, ela estava gostando… Ela agarrou o meu pescoço e levantou a cabeça soltando um gemido mais forte que os anteriores, e apesar de estar cansado eu continuei. Sabia que era agora… Ela apoiou a mão numa das paredes do elevador e gemeu um quase grito. Quando eu a senti se contraindo em mim, eu pensei em parar, mas não parei. Não sei por que. Eu continuei. Sempre tinha ouvido falar em mulheres que tinham dois orgasmos. Será que era possível? Por que não tentar? A luz não ia voltar tão cedo…
– Harry… – ela gemeu.
– Sim? – respondi em meio aos ofegos enquanto eu ainda estava fazendo o mesmo movimento, apenas numa velocidade um pouco diferente.
– Não pare – ela pediu – sei o que está tentando fazer, não pare!
Eu ri.
– Como desejar, mademoiselle…
Ela sorriu ao me ouvir falando em francês com ela. Eu sorri e então por mais que estivesse difícil, eu aumentei a velocidade. Ela ajudava, tentando se segurar mesmo que nas paredes, e então ficamos assim por quase dois minutos. Ela tinha o rosto franzido, mas casualmente me pedia pra continuar. Ela teve o dela e eu senti que o meu estava vindo. Não agora, só por que eu queria continuar e tentar fazer a primeira garota a transar comigo ter um orgasmo duplo? Felizmente ela soltou um gemido mais forte e então me abraçou contra ela. O meu chegou um pouco antes do dela. Eu ofeguei e dei uma última estocada antes de parar totalmente e então eu pude observar enquanto ela tinha o segundo. Foi a mesma reação do primeiro e eu sentia agora todo o seu corpo sofrer contrações e não somente sua intimidade. Eu pude ouvir ela gemer/gritar meu nome pelo menos duas vezes, o que realmente me fez pensar se eu era pervertido demais, por que mesmo depois de tudo isso, ela conseguia ainda me excitar. Sorri.
Nós ficamos ali, abraçados, um com o outro, trocando caricias, enquanto nós descansávamos.
– Sempre gostei de você, sabia? – ela disse ofegante – Desde os 12 anos…
– Sério? – eu ri – Gosto de você faz tempo.
– Não posso ficar com você – ela disse – Nunca iriam me aceitar. Suas fãs.
– Elas nunca aceitam ninguém – concretizei. Era verdade. As Directioners eram perfeitas, mas infelizmente tinham o pensamento: “Tem que ser eu a garota dele, não pode ser outra que o fará feliz da mesma maneira, tem que ser eu, e se não for, não vou gostar dela”.
– Poderíamos tentar – admiti.
– Poderíamos – ela concordou.
– Vamos tentar? – perguntei.
– Vamos – ela respondeu me fazendo sorrir.
A luz piscou e nós dois olhamos pra cima antes de olharmos um pro outro e começar a rir.
– Você está ridículo! – ela riu – seu cabelo está mais bagunçado que o normal, parece que alguém te assaltou, mas você está suado…
– E você então, coisa feia? – comentei – Parece que acabou de correr uma maratona e então achar um deus na cama e fazer sexo com ele…
– E fiz – ela disse rindo. Eu ri e concordei com a cabeça.
– Você foi melhor que eu…
Ela riu sarcasticamente e então a gente se soltou antes de começarmos a nos vestir de volta.
– Aonde você estava indo antes de… antes de tudo isso?
– A casa de uma amiga. Mas ela não vai ligar se eu sumir.
– Estou indo pra uma festa, quer vir?
– Achei que nunca iria chamar.
Eu sorri e segurei a mão dela, e então quando o elevador abriu a puxei pra fora. Ninguém sabia de nada do que havia acontecido ali dentro. Ninguém ao menos…
– Boa noite, Sr. Styles – disse o porteiro quando passamos por ele, e ele sorria. Pude ver telas de câmeras de filmagem dentro da sua cabine e franzi o rosto então parei.
– Boa noite Alfred. Não conte pra minha mãe, tudo bem?
– Eu não vi nada – disse ele sorrindo maliciosamente – E também não te contei que as câmeras tem visão noturna…
Eu ri e ela enfiou a cabeça no meu ombro, rindo e se escondendo.
– Eu te odeio – avisei rindo enquanto saia do prédio.
– Tenha uma boa noite! – ele gritou enquanto voltava pra sua cadeira assoviando.

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