Meu vizinho é um insuportável, aliás, que vizinhos não são insuportáveis?
Alguém diz pra esse moleque que não é legal ouvir heavy metal em plena sexta-feira à noite? E o pior, ele escuta aquela merda de gritos no volume máximo!
– Eu não aguento mais! - falei alto.
Já estava a ponto de ir na casa ao lado e ordenar para que o babaca abaixasse aquela coisa que ele chama de música quando minha mãe entra no meu quarto vestindo um vestido longo.
– Aonde você vai? - perguntei.
– Jantar de negócios com a família Clarkson. Te avisei há três dias.
– Não me lembro.
– Você só fica nesse notebook, não faz nada o dia inteiro e ainda não ouve o que eu falo.
A olhei indignada.
– É meio impossível ouvir algo com esse cara escutando esses gritos!
– Não culpe o vizinho! Ele é um bom garoto!
– Um ótimo garoto! - falei esbanjando ironia e sarcasmo.
– Por favor não me estresse!
– Mas eu não falei nada!
Logo meu pai apareceu na porta do quarto chamando por minha mãe:
– Vamos, querida?
Minha mãe saiu do quarto depois de falar um "Juízo, Samantha" e eu apenas revirei os olhos.
Assim que vi através da janela do meu quarto o carro de meus pais dobrar a esquina, saí de casa e bati na porta do vizinho babacão.
O som foi abaixado e logo a porta foi aberta pelo retardado ouvinte de gritos.
– Olha aqui, seu babaca!
– Como é que é?
– Abaixa essa porra de gritos porque eu estou tentando dormir!
– Presta bastante atenção, pirralha: Eu estou na minha casa e escuto as músicas que eu quiser, então dê meia volta e vá se fuder!
– Quem você pensa que é pra falar desse jeito comigo?
– Faça-me um favor e vá embora! Está me atrapalhando!
– Estou te atrapalhando, é?
– Sim, agora tchau!
Ele fechou a porta na minha cara! Repetindo: Ele fechou a porta na minha cara!
Bufei e bati na porta novamente.
– O que você quer? - perguntou semicerrando os dentes.
– Abaixa essa droga!
– Não está na hora de criança ir dormir?
Revirei os olhos e respirei fundo.
– Seu nome é Samantha, não é?
– Sim, por que?
– Então, querida Samantha - falou sínico - dê o fora e vai arrumar um viadinho que te coma!
– Querido Louis - disse no mesmo tom - se você é um mal comido a culpa não é minha!
– Ah, então agora eu sou mal comido?
– Além de mal comido também é inteligente!
Louis estreitou os olhos e segurou em meu braço.
– Eu vou te pedir só mais uma vez: vai embora!
– Só vou embora quando você desligar esse som de merda! - falei soltando meu braço das mãos dele.
– Você paga minhas contas? Não, né? Então dá o fora!
O ignorei, entrei na casa e fui seguindo o som até chegar em um quarto. Assim que avistei o aparelho de som o desliguei.
– Mas o quê? - perguntou indignado - Sai da minha casa, garota! Cadê seus pais?
– Não te interessa!
Saí de seu quarto, mas logo ele puxou meu braço.
– Acha que vai invadir minha casa e vai ficar tudo bem?
– Tchau, cara, tchau!
Tirei meu braço das mãos dele, mas logo Louis novamente me puxou.
– Você deveria saber que os atos tem consequências!
Revirei meus olhos.
– E o que você vai fazer comigo?
– O que você acha que eu vou fazer com você?
– Não sou adivinha, moleque!
– Moleque? Hmm, acho que não!
Bufei o fazendo sorrir.
– Tenho dó de você, Samantha.
– Não preciso que tenham dó de mim.
– Você mal sabe o que te espera!
O olhei confusa, o que ele estava tentando dizer?
– Estou pensando se vou tirar sua ingenuidade, e sabe, eu decidi que vou tirar sim!
– O quê?!
– Quero deixar bem claro que você quis assim!
Eu sentia sua respiração em meu rosto, sabia o que estava por vir: ou ele me beijaria ou ele me beijaria. Em apenas alguns segundos a distância que havia entre a gente, sumiu.
No começo do beijo eu não sabia o que fazer, estava estática. Eu, involuntariamente, deixei que começássemos um beijo mais aprofundado, digamos assim. Louis me beijava com cautela, como se qualquer movimento bruto que ele fizesse eu poderia sair correndo. Então, ele sugou meu lábio inferior e o mordiscou em seguida me fazendo perder o controle, esse era definitivamente meu ponto fraco.
Minhas mãos foram até seus cabelos e eu puxei os fios com certa agressividade, talvez ele tenha se surpreendido, mas eu pouco me importei. A mão de Louis que antes estava em meu braço, foi para minha cintura me puxando para ainda mais perto de si, e logo senti seus dedos entrelaçados em meu cabelo os puxando.
Agora o beijo já havia perdido seu status de calmo, agora Louis não me beijava com cautela alguma. Ele sabia beijar. Eu nunca havia sido pega de jeito apenas por um beijo, ninguém nunca havia me beijado daquela maneira, talvez pelo fato de que todos os meus ex-namorados não tinham pegada alguma. Sim, eu estou admitindo que o meu vizinho babaca ouvinte de gritos tem pegada!
Assim que o ar se fez necessário nós afastamos nossos lábios. Ainda com meus olhos fechados, eu coloquei minhas mãos na frente de sua blusa. Abri meus olhos e olhei para Louis, as respirações estavam descompensadas e apenas nos encarávamos.
– E agora? - perguntou ele ainda com a respiração levemente descompensada - Continuamos?
Havia uma pequena "batalha" dentro de mim. Eu queria continuar, algo dizia que eu devia continuar, se o beijo dele era assim, imagina na hora H!
– Sim - sussurrei quase não acreditando que eu realmente havia aceitado isso.
Um pequeno sorriso surgiu em seu rosto e então ele apertou minha cintura e esperamos alguns segundos até nossa respiração se tranquilizar.
Finalmente nossa respiração voltou ao normal, Louis já selou nossos lábios novamente e me imprensou na parede. O beijo agora não tinha nada de calmo, era apenas rápido e urgente.
Ele colocou as mãos na parte de trás de minhas coxas e assim as ergueram fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura e passasse os braços em volta de seu pescoço.
Louis me colocou sentada em uma espécie de mesa e partiu o beijo para tirar a camisa por conta própria, ele me encarou meio que dizendo Não vai tirar a sua?, bem, então eu tirei a minha e a joguei no chão.
Eu realmente não tinha aquela experiência nesse assunto, mas não que eu seja virgem, afinal, tenho 19 anos, então por favor né.
Louis começou a distribuir beijos e mordidas em toda a extensão de meu pescoço até me surpreender com um chupão.
– Ei! - repreendi.
Ele deu um riso abafado e abriu meu sutiã fazendo com que um gemido saísse de meus lábios assim que senti sua língua em meus seios.
Logo Louis terminou seu trabalho (?) ali e abriu os botões de meu shorts, havia um volume consideravelmente grande em sua calça e então eu aproveitei que meu shorts estava a ponto de ser tirado e saí de cima da pequena mesa. Desabotoei sua calça e terminei de tirar meu shorts. Logo havia um montinho de roupas no chão do quarto.
Ele puxou minha nuca e selou nossos lábios novamente. Deslizei a mão em seu abdômen e coloquei minha mão por dentro de sua cueca apertando seu membro totalmente rígido e então Louis gemeu entre o beijo, puxou meu lábio inferior e deu uma leve puxada em meus cabelos. Puxei sua cueca para baixo ainda o beijando, parti o beijo quando o ar se fez necessário pra mim e dei leves beijos e mordidas em seu pescoço o fazendo respirar fundo. Em segundos a cueca de Louis começou a fazer parte do pequeno monte de roupas. Ele passou o braço por volta da minha cintura a apertando e me girou até me deitar na cama, Louis apoiava seu peso em seus braços e continuava me beijando, logo ele saiu um pouco de cima de mim e tirou minha calcinha enquanto um pequeno sorriso de canto surgia em seu rosto.
Louis abriu a terceira gaveta do criado mudo, tirou dali uma camisinha e me entregou, dizendo:
– É toda sua!
Eu me ajoelhei na cama, rasguei o pacotinho verde e coloquei ela calmamente enquanto encarava Louis que estava com os olhos semicerrados e o abdômen contraído enquanto prendia a respiração. Assim que terminei de colocar o preservativo em Louis, ele me deitou na cama novamente e abriu minhas pernas colocando sua boca perto de meu ouvido e sussurrando:
– É agora, Samantha!
Eu me arrepiei e gemi ao sentir apenas 'a cabeça' do membro de Louis em minha intimidade. Ele penetrava só um pouquinho e depois tirava me deixando agoniada.
– Louis!
Ele riu e penetrou tudo me fazendo gemer alto e segurar os lençóis da cama.
Louis começou com estocadas precisas e lentas. Meus olhos estavam fechados e minha boca entreaberta fazendo com que os gemidos saíssem sem que eu me importasse, abri meus olhos assim que senti meu lábio inferior ser puxado pelos dentes de Louis e logo depois sugados me fazendo gemer mais uma vez. Ele realmente havia descoberto meu ponto fraco.
Louis começou a estocar rápido e com força fazendo a cama ranger e bater na parede. Minhas mãos foram até suas costas e eu aproveitei o fato de que minhas unhas estavam compridas e arranhei toda a extensão das costas de Louis o fazendo gemer baixo e suspirar.
Eu espalmei minhas mãos em seu peitoral e o deitei na cama fazendo com que eu ficasse sentada em cima dele. Louis sorriu com meu gesto e deixou um gemido escapar quando eu comecei a me movimentar em cima dele. Ele colocou as mãos em minha cintura e ia erguendo de tempos em tempos a sua.
Ambos já estávamos cansados, mas queríamos mais, precisávamos de mais. Então, Louis novamente ficou por cima de mim e continuou com as estocadas.
Eu gozei em meio a uma estocada fazendo com que Louis sorrisse e eu gemesse alto com os olhos fechados e o corpo agora extremamente relaxado.
Louis investiu apenas mais duas vezes e logo gemeu um pouco mais alto ao chegar em seu máximo. Ele saiu de mim, literalmente, e se deitou ao meu lado.
– O que acabou de acontecer? - sussurrei ainda não acreditando.
– Sexo - respondeu com a respiração totalmente descompensada e encarando o teto.
E então a fica caiu. Eu não podia ter deixado isso acontecer.
Me levantei da cama ainda respirando com dificuldade e comecei a vestir minha roupa que estava jogada junto com a de Louis.
– Aonde você vai? - perguntou se levantando.
– Vou pra minha casa.
– Por que?
– Eu não deveria nem ter saído de lá!
Louis também começou a se vestir depois que tirou o preservativo, mas eu não o esperei e saí do quarto.
– Espera! - o ouvi dizer.
Respirei fundo e abri a porta da casa dele saindo dali rapidamente. Louis puxou meu braço assim que eu pisei no gramado da minha casa.
– Foi ruim? - perguntou preocupado.
– Não, muito pelo contrário.
– Então por que está assim?
– Porque isso não deveria ter acontecido! Eu não devia ter deixado isso acontecer!
Ele respirou fundo.
– Para de se torturar, Samantha!
Balancei a cabeça em sinal de negação.
– A próxima vez será melhor!
Melhor que isso? - pensei.
– Não terá segunda vez!
– Terá! - insistiu.
Ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou:
– Com direito a oral e tudo!
Senti meu rosto corar e ele riu.
– Boa noite - falou enquanto entrava rapidamente dentro de casa devido ao fato de ele estar sem camisa e eu me permiti sorrir ao ver minha marca em suas costas.
Alguém diz pra esse moleque que não é legal ouvir heavy metal em plena sexta-feira à noite? E o pior, ele escuta aquela merda de gritos no volume máximo!
– Eu não aguento mais! - falei alto.
Já estava a ponto de ir na casa ao lado e ordenar para que o babaca abaixasse aquela coisa que ele chama de música quando minha mãe entra no meu quarto vestindo um vestido longo.
– Aonde você vai? - perguntei.
– Jantar de negócios com a família Clarkson. Te avisei há três dias.
– Não me lembro.
– Você só fica nesse notebook, não faz nada o dia inteiro e ainda não ouve o que eu falo.
A olhei indignada.
– É meio impossível ouvir algo com esse cara escutando esses gritos!
– Não culpe o vizinho! Ele é um bom garoto!
– Um ótimo garoto! - falei esbanjando ironia e sarcasmo.
– Por favor não me estresse!
– Mas eu não falei nada!
Logo meu pai apareceu na porta do quarto chamando por minha mãe:
– Vamos, querida?
Minha mãe saiu do quarto depois de falar um "Juízo, Samantha" e eu apenas revirei os olhos.
Assim que vi através da janela do meu quarto o carro de meus pais dobrar a esquina, saí de casa e bati na porta do vizinho babacão.
O som foi abaixado e logo a porta foi aberta pelo retardado ouvinte de gritos.
– Olha aqui, seu babaca!
– Como é que é?
– Abaixa essa porra de gritos porque eu estou tentando dormir!
– Presta bastante atenção, pirralha: Eu estou na minha casa e escuto as músicas que eu quiser, então dê meia volta e vá se fuder!
– Quem você pensa que é pra falar desse jeito comigo?
– Faça-me um favor e vá embora! Está me atrapalhando!
– Estou te atrapalhando, é?
– Sim, agora tchau!
Ele fechou a porta na minha cara! Repetindo: Ele fechou a porta na minha cara!
Bufei e bati na porta novamente.
– O que você quer? - perguntou semicerrando os dentes.
– Abaixa essa droga!
– Não está na hora de criança ir dormir?
Revirei os olhos e respirei fundo.
– Seu nome é Samantha, não é?
– Sim, por que?
– Então, querida Samantha - falou sínico - dê o fora e vai arrumar um viadinho que te coma!
– Querido Louis - disse no mesmo tom - se você é um mal comido a culpa não é minha!
– Ah, então agora eu sou mal comido?
– Além de mal comido também é inteligente!
Louis estreitou os olhos e segurou em meu braço.
– Eu vou te pedir só mais uma vez: vai embora!
– Só vou embora quando você desligar esse som de merda! - falei soltando meu braço das mãos dele.
– Você paga minhas contas? Não, né? Então dá o fora!
O ignorei, entrei na casa e fui seguindo o som até chegar em um quarto. Assim que avistei o aparelho de som o desliguei.
– Mas o quê? - perguntou indignado - Sai da minha casa, garota! Cadê seus pais?
– Não te interessa!
Saí de seu quarto, mas logo ele puxou meu braço.
– Acha que vai invadir minha casa e vai ficar tudo bem?
– Tchau, cara, tchau!
Tirei meu braço das mãos dele, mas logo Louis novamente me puxou.
– Você deveria saber que os atos tem consequências!
Revirei meus olhos.
– E o que você vai fazer comigo?
– O que você acha que eu vou fazer com você?
– Não sou adivinha, moleque!
– Moleque? Hmm, acho que não!
Bufei o fazendo sorrir.
– Tenho dó de você, Samantha.
– Não preciso que tenham dó de mim.
– Você mal sabe o que te espera!
O olhei confusa, o que ele estava tentando dizer?
– Estou pensando se vou tirar sua ingenuidade, e sabe, eu decidi que vou tirar sim!
– O quê?!
– Quero deixar bem claro que você quis assim!
Eu sentia sua respiração em meu rosto, sabia o que estava por vir: ou ele me beijaria ou ele me beijaria. Em apenas alguns segundos a distância que havia entre a gente, sumiu.
No começo do beijo eu não sabia o que fazer, estava estática. Eu, involuntariamente, deixei que começássemos um beijo mais aprofundado, digamos assim. Louis me beijava com cautela, como se qualquer movimento bruto que ele fizesse eu poderia sair correndo. Então, ele sugou meu lábio inferior e o mordiscou em seguida me fazendo perder o controle, esse era definitivamente meu ponto fraco.
Minhas mãos foram até seus cabelos e eu puxei os fios com certa agressividade, talvez ele tenha se surpreendido, mas eu pouco me importei. A mão de Louis que antes estava em meu braço, foi para minha cintura me puxando para ainda mais perto de si, e logo senti seus dedos entrelaçados em meu cabelo os puxando.
Agora o beijo já havia perdido seu status de calmo, agora Louis não me beijava com cautela alguma. Ele sabia beijar. Eu nunca havia sido pega de jeito apenas por um beijo, ninguém nunca havia me beijado daquela maneira, talvez pelo fato de que todos os meus ex-namorados não tinham pegada alguma. Sim, eu estou admitindo que o meu vizinho babaca ouvinte de gritos tem pegada!
Assim que o ar se fez necessário nós afastamos nossos lábios. Ainda com meus olhos fechados, eu coloquei minhas mãos na frente de sua blusa. Abri meus olhos e olhei para Louis, as respirações estavam descompensadas e apenas nos encarávamos.
– E agora? - perguntou ele ainda com a respiração levemente descompensada - Continuamos?
Havia uma pequena "batalha" dentro de mim. Eu queria continuar, algo dizia que eu devia continuar, se o beijo dele era assim, imagina na hora H!
– Sim - sussurrei quase não acreditando que eu realmente havia aceitado isso.
Um pequeno sorriso surgiu em seu rosto e então ele apertou minha cintura e esperamos alguns segundos até nossa respiração se tranquilizar.
Finalmente nossa respiração voltou ao normal, Louis já selou nossos lábios novamente e me imprensou na parede. O beijo agora não tinha nada de calmo, era apenas rápido e urgente.
Ele colocou as mãos na parte de trás de minhas coxas e assim as ergueram fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura e passasse os braços em volta de seu pescoço.
Louis me colocou sentada em uma espécie de mesa e partiu o beijo para tirar a camisa por conta própria, ele me encarou meio que dizendo Não vai tirar a sua?, bem, então eu tirei a minha e a joguei no chão.
Eu realmente não tinha aquela experiência nesse assunto, mas não que eu seja virgem, afinal, tenho 19 anos, então por favor né.
Louis começou a distribuir beijos e mordidas em toda a extensão de meu pescoço até me surpreender com um chupão.
– Ei! - repreendi.
Ele deu um riso abafado e abriu meu sutiã fazendo com que um gemido saísse de meus lábios assim que senti sua língua em meus seios.
Logo Louis terminou seu trabalho (?) ali e abriu os botões de meu shorts, havia um volume consideravelmente grande em sua calça e então eu aproveitei que meu shorts estava a ponto de ser tirado e saí de cima da pequena mesa. Desabotoei sua calça e terminei de tirar meu shorts. Logo havia um montinho de roupas no chão do quarto.
Ele puxou minha nuca e selou nossos lábios novamente. Deslizei a mão em seu abdômen e coloquei minha mão por dentro de sua cueca apertando seu membro totalmente rígido e então Louis gemeu entre o beijo, puxou meu lábio inferior e deu uma leve puxada em meus cabelos. Puxei sua cueca para baixo ainda o beijando, parti o beijo quando o ar se fez necessário pra mim e dei leves beijos e mordidas em seu pescoço o fazendo respirar fundo. Em segundos a cueca de Louis começou a fazer parte do pequeno monte de roupas. Ele passou o braço por volta da minha cintura a apertando e me girou até me deitar na cama, Louis apoiava seu peso em seus braços e continuava me beijando, logo ele saiu um pouco de cima de mim e tirou minha calcinha enquanto um pequeno sorriso de canto surgia em seu rosto.
Louis abriu a terceira gaveta do criado mudo, tirou dali uma camisinha e me entregou, dizendo:
– É toda sua!
Eu me ajoelhei na cama, rasguei o pacotinho verde e coloquei ela calmamente enquanto encarava Louis que estava com os olhos semicerrados e o abdômen contraído enquanto prendia a respiração. Assim que terminei de colocar o preservativo em Louis, ele me deitou na cama novamente e abriu minhas pernas colocando sua boca perto de meu ouvido e sussurrando:
– É agora, Samantha!
Eu me arrepiei e gemi ao sentir apenas 'a cabeça' do membro de Louis em minha intimidade. Ele penetrava só um pouquinho e depois tirava me deixando agoniada.
– Louis!
Ele riu e penetrou tudo me fazendo gemer alto e segurar os lençóis da cama.
Louis começou com estocadas precisas e lentas. Meus olhos estavam fechados e minha boca entreaberta fazendo com que os gemidos saíssem sem que eu me importasse, abri meus olhos assim que senti meu lábio inferior ser puxado pelos dentes de Louis e logo depois sugados me fazendo gemer mais uma vez. Ele realmente havia descoberto meu ponto fraco.
Louis começou a estocar rápido e com força fazendo a cama ranger e bater na parede. Minhas mãos foram até suas costas e eu aproveitei o fato de que minhas unhas estavam compridas e arranhei toda a extensão das costas de Louis o fazendo gemer baixo e suspirar.
Eu espalmei minhas mãos em seu peitoral e o deitei na cama fazendo com que eu ficasse sentada em cima dele. Louis sorriu com meu gesto e deixou um gemido escapar quando eu comecei a me movimentar em cima dele. Ele colocou as mãos em minha cintura e ia erguendo de tempos em tempos a sua.
Ambos já estávamos cansados, mas queríamos mais, precisávamos de mais. Então, Louis novamente ficou por cima de mim e continuou com as estocadas.
Eu gozei em meio a uma estocada fazendo com que Louis sorrisse e eu gemesse alto com os olhos fechados e o corpo agora extremamente relaxado.
Louis investiu apenas mais duas vezes e logo gemeu um pouco mais alto ao chegar em seu máximo. Ele saiu de mim, literalmente, e se deitou ao meu lado.
– O que acabou de acontecer? - sussurrei ainda não acreditando.
– Sexo - respondeu com a respiração totalmente descompensada e encarando o teto.
E então a fica caiu. Eu não podia ter deixado isso acontecer.
Me levantei da cama ainda respirando com dificuldade e comecei a vestir minha roupa que estava jogada junto com a de Louis.
– Aonde você vai? - perguntou se levantando.
– Vou pra minha casa.
– Por que?
– Eu não deveria nem ter saído de lá!
Louis também começou a se vestir depois que tirou o preservativo, mas eu não o esperei e saí do quarto.
– Espera! - o ouvi dizer.
Respirei fundo e abri a porta da casa dele saindo dali rapidamente. Louis puxou meu braço assim que eu pisei no gramado da minha casa.
– Foi ruim? - perguntou preocupado.
– Não, muito pelo contrário.
– Então por que está assim?
– Porque isso não deveria ter acontecido! Eu não devia ter deixado isso acontecer!
Ele respirou fundo.
– Para de se torturar, Samantha!
Balancei a cabeça em sinal de negação.
– A próxima vez será melhor!
Melhor que isso? - pensei.
– Não terá segunda vez!
– Terá! - insistiu.
Ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou:
– Com direito a oral e tudo!
Senti meu rosto corar e ele riu.
– Boa noite - falou enquanto entrava rapidamente dentro de casa devido ao fato de ele estar sem camisa e eu me permiti sorrir ao ver minha marca em suas costas.


