segunda-feira, 5 de agosto de 2013

#ImagineHOT - Zayn Malik

(Nao me lembro de onde eu peguei esse , portanto caso a dona/o se manifeste , me avise para colocar os devidos créditos )


Sou a (s/n), 1,74m, 58 kg, pele clara, cabelos negros e lisos.
Era final de semana, meus filhos estavam com o pai e desci para a piscina do condomínio pois estava sol e muito calor, onde estavam algumas amigas e seus maridos, coloquei meu biquini branco, pequeno e enfiadinho na bundinha. Lá chegando, fiquei conversando com as garotas e seus maridos ficaram na parte do fundo do deck da piscina, a Andréa nos disse que iria trabalhar naquele sábado a tarde pois tinha alguns assuntos pendentes. Depois de um tempo, fui até o bebedouro do prédio que ficava meio distante da piscina e percebi alguém se aproximando de mim, logo vi que era o Zayn e me perguntou se poderia ir até meu ap lá pelas 14:00hs pois precisava conversar comigo, disse que tudo bem e voltamos para a piscina.
No horário do almoço, subi para meu ap, tomei um banho, coloquei um short e camiseta, almocei e logo tocou a campainha. Era o Zayn, me deu um beijo na bochecha e entrou em casa, sentou no sofá e começamos a conversar.
Ele estava de bermuda e camiseta e logo começou a dizer: ” Desde aquele feriado que estive em sua casa, não consigo tirar aquele dia de minha cabeça, aquilo que fizemos foi uma loucura mas muito boa e etc… “
Disse que também tinha achado maravilhoso mas que não poderíamos nos entregar a uma fantasia pois ele era casado e eu não queria nenhum compromisso sério. Estávamos sentados no sofá, um de frente para o outro e o Zayn me disse que também não queria nada sério mas só de lembrar o fato já ficava excitado e já estava dando sinal de vida, quando perguntei para ele se poderia ver o que estava acontecendo, ele levantou a camiseta e percebi que seu pau estava ficando duro, com minha mão, fui até ele e segurei, por cima do calção e disse que ele era um safadinho. Fiquei alisando aquele pau maravilhoso e sabendo ser um homem experiente, não poderia perder aquela oportunidade. Fiquei alisando seu pau e desci sua bermuda, livrando aquele pau do desconforto da roupa. Chegamos mais perto um do outro e demos um beijo
, eu punhetando ele que começou a alisar meus seios. Fui descendo e coloquei aquele mastro em minha boca, passei a lingua na cabecinha e comecei a chupar aquela rola 
, de leve, passando a lingua na cabecinha e olhando para seu rosto, vendo ele excitado, chupei durante um tempo e o Zayn tirou a camiseta e começou a descer a bermuda e cueca, ficando nú na minha frente, levantou e ficou em pé na minha frente, nessa posição, pareceu que seu pau estava maior e mais duro, saltando suas veias, chupei gostoso aquele caralho e ele logo foi levantando minha camiseta, se agaixou e começou a descer meu short
, me deixando nua, me sentou no sofá e se agaixou na minha frente, levantando minhas pernas, me deixando como um franguinho, sentando no sofá e arregassada, começou a me chupar e enfiar seu dedo dentro da minha bucetinha
que já estava encharcada de tesão. Logo me levantou, segurou minha mão e me levou até meu quarto. Deitamos na cama e começamos em 69 maravilhoso,
um xupando o outro e ele nunca esquecendo de enfiar seu dedo na minha buceta e começar a melar meu cuzinho que logo começou a receber as estocadas de seus dedos, me deixando louca e tirando gemidos de mim.
Ele parou de me xupar e se chegando perto do meu ouvido perguntou se eu tinha uma camisinha, peguei no criado mudo e dei a ele que encapou seu pau e foi chegando perto da minha buceta que se abria para recebe-lo, começou a passar a cabecinha na entrada, sem enfiar e passava no meu grelo, indo de cima para baixo e aos poucos enfiando e tirando a cabecinha dentro dela, cada vez enfiava e tirava um pouco mais, até chegar ao fundo da minha buceta. Começou um vai e vem devagar e ritmado indo e vindo dentro de mim
me deixando louca de tesão, realmente aquele era um cara experiente que sabia dar prazer a uma mulher. Suas estocadas foram aumentando de ritmo e logo ele levantou minhas pernas e as segurou com seus braços, me arregassando e me deixando totalmente esposta, começou a bombar com força e rápido me levando ao primeiro orgasmo, eu gemendo como uma puta e friccionando meu grelo, gozando como louca, nesse momento já estávamos suando muito, meu abdomem contraía e gozei feito uma puta. O Zayn ainda não havia gozado e diminuiu suas estocada, soltou minhas pernas e ficou brincando com seu pau dentro de mim, chegando com sua boca perto de minha orelha e dizendo maravilhas de mim como: Vc é muito gostosa, nunca imaginei que poderíamos fazer isso um dia, to adorando comer vc
. Com isso fui ficando excitada novamente e ele percebeu isso. Me virou de costas para ele, deitada com a barriga encostada na cama, enfiou seu pau novamente em minha buceta, ficou parado com ele lá dentro e começou a me fazer carinho nas costas, com as mãos e lingua, devagar, me deixando arrepiada, foi indo e vindo, sempre com muita calma com seu pau estocado na minha buceta e fazendo carinhos.

Ele puxou meu travesseiro e colocou embaixo da minha barriga, deixando minha bundinha empinadinha e começou um vai e vem ritmado e devagar, ía e vinha, chegando quase a tirar sua xapeleta de dentro de mim, seus movimentos foram aumentando, levantou meu quadril me deixando de 4,

arregassando minha buceta e começou a estocar aquele pau dentro de mim, já estava louca novamente, rebolava e pedia para ele me fuder de verdade, começou a estocar e dava até para ouvir o barulho das batidas de seu corpo no meu, eu robolava como uma alucinada naquela rola e logo ele começou a enfiar seu dedo no meu cú, fiquei mais louca ainda e comecei a acariciar meu grelo, ele percebeu e aumentou o ritmo, disse que iria gozar, nessa hora, meu corpo estremesseu e gozei novamente, logo ele gozou também e caimos de lado na cama, com ele ainda dentro de mim e eu apertando a buceta, não deixando aquele pau sair de dentro de mim. Ficamos abraçadinhos de conchinha e ele estocando devagar enquanto seu pau ía amolecendo dentro de mim, com nossos corpos suados. 
Nos recompusemos e perguntei se ele não gostaria de tomar uma duxa, fomos até o banheiro e entramos no box, ficamos juntinhos e mal conseguíamos conversar, começamos a nos beijar e com a água escorrendo pelos nossos corpos, desci a mão para seu pau, peguei o sabonete e comecei a limpa-lo, indo de cima para baixo, logo começou a ficar duro novamente, ele pegou o sabonote de minhas mãos e começou a passar por meu corpo, no pescoço, seios, barriga até chegar a minha bucetinha, começou a passar ele lá e eu com as mãos abri minha buceta para ele limpá-la deireito, ele começou a enfiar seu dedo dentro dela e comecei a ficar molhadinha novamente, ele me virou de costas, coloquei as mãos na parede e empinei a bundinha, com seus dedos ele começou a alisar minha buceta, enfiou dois dedos nela e começou a ir e vir dentro dela, já estava louca novamente, com aquele homem faria qualquer coisa e logo ele começou a enfiar o dedo no meu cuzinho que se abria sem negativas, com dois dedos na minha buceta e um no meu cú, não resisti muito tempo e fui descendo o corpo, ficando de 4 no box toda arregassada, ele fazia o vai e vem com os dedos e em determinado momento fez menção de tirá-los de dentro de mim, o que não deixei, ele percebeu que eu estava gostando e ficou brincando com os dedos, na minha buceta e no meu cú, comecei a passar a mão no meu grelo e sentir meu corpo arrepiando, esquentando, chegando mais uma vez ao orgasmo, tremi toda e gozei novamente. Com meu corpo ainda tremendo pelo gozo, levantei e cheguei perto dele, coloquei seu pau entre minhas pernas e começamos a nos beijar, eu ía para frente e para trás, sem enfiar seu pau mas com a sensação que eu estava comendo ele, controlando o ritmo das reboladas, seu pau estava duro entre minhas pernas e não resisti, me agaixei, segurei sua bunda e comecei a xupar seu pau, com uma vontade como querendo retribuir o parazer que aquele homem estava me proporcionando, xupava gostoso e via o olhar de tesão que ele tinha no rosto.
Ele me segurou pelos ombros, me levantou e disse que queria ir para o quarto. Nos enxugamos e voltamos para cama.
Ele me deitou de barriga para baixo, começou a me fazer carinhos e bjs nas costas, foi descendo até minha bundinha, abriu minhas pernas e começou a xupar minha buceta, eu abri as pernas facilitando suas envestidas, me arrebitei e ele xupava ora minha buceta, ora meu cuzinho, me deixando louca, começou a usar seu dedo na minha buceta e xupar meu rabinho, logo começou a enfiar seu dedo no meu cú, um dedo depois dois, abrindo os dedos e arregassando meu cuzinho que a essa altura já queria aquele pau dentro dele. 
Perguntou se eu tinha outra camisinha, peguei e dei a ele, colocou em seu pau e enfiou na minha buceta, deixou ele lá dentro e com o dedo foi brincando no meu cuzinho, enfiou um dedo e depois dois, alargando meu rabo. Perguntou se eu tinha algum lubrificante e disse a ele para pegar no criado mudo, não tinha mais condições de pegar. Ele passou muito KY nos dedos e começou a fuder meu cú com os dedos, sem tirar seu pau da minha buceta. Depois de lubrificar bem meu cú ele perguntou se eu estava preparada, disse que sim, então ele tirou seu pau de minha buceta, melou com mais KY e direcionou para meu rabo que já esperava sua envestida. Encostou a cabecinha na entrada de meu cuzinho e começou a forçar, sua xapeleta era grande mas com a preparação que ele havia feito com os dedos não teve difculdade para ir entrando, ele colocou a cabecinha para dentro, senti meu cuzinho alargando, segurei o lençol com mãos, ele foi enfiando devagar até entrar mais um pouco, cada pedacinho que entrava ele tirava de novo, sem deixar o pau sair de meu cú e voltava a entrar, foi fazendo isso até entrar inteiro, deixou ele lá dentro um pouco, fui me acostomando com seu tamanho e ele foi tirando até a metade e enfiando novamente, ía e vinha dentro de mim, novamente estava alucinada com aquele homem, foi me fudendo devagar. Logo começou a aumentar suas investidas, começou um vai e vem mais rápido dentro do meu cuzinho. A uma certa altura, disse para ele, enfia seu pau até o fundo e pára, ele fez isso, e ficou com seu pau todo dentro de mim, parado, Coloquei minhas mãos para trás, abri minha bundinha e disse a ele: ” Agora quero que vc tire ele inteiro e brinque com meu cú, coloca e tira a cabecinha de dentro dele, devagar. Ele começou a fazer isso e comigo abrindo a bundinha, meu cuzinho começou a ficar arregassado, aberto, arrombado. Disse para ele aumentar o ritmo e ver ver como meu cú estava ficando, adoro quando o homem vê que eu estou toda arrombada para ele, meu cú estava aberto, disse para ele começar a enfiar e tirar inteiro de dentro de mim, sempre segurando minha bundinha e abrindo para ele, comecei a ficar louca com meu cú arrombado e disse que iria gozar, comecei a fazer carícias em meu grelo e ele começou a estocar meu cuzinho, gozei como uma puta de verdade.
Como o Zayn ainda não havia gozado, coloquei meu rosto para trás e perguntei se ele queria gozar em minha boca. Ele tirou seu pau de meu cú que ardia pela foda, tirou a camisinha e comecei a xupar aquela rola, xupa e batia uma punheta, seu pau começou a estufar e percebi que ele iria gozar, me preparei e recebi suas golfadas, ele urrava e eu xupava, recebendo sua porra em minha boca, sugava sua cabecinha e deixei um pouco de porra escorrer pelo canto de minha boca, engulindo o que restava de porra, mesmo depois que ele gozou não soltei seu pau, deitei na cama e fiquei xupando, deixando ele limpinho e sentindo amolecer dentra da minha boca.
Deitamos um ao lado do outro, cansados e satisfeitos. Ficamos parados, não conseguiamos nem falar.
Fomos retomando nossas energias e logo vi no relágio que já eram quase 6 hs da tarde, tínhamos ficado naquela foda a 3 hs e meia, ele vendo o horário, disse que precisava ir embora, mas me perguntou se poderia vir me visitar outras vezes, não acredita na sintonia que tínhamos um com o outro. Disse que podia sim, mas sem compromisso.
Ele levantou, foi até o banheiro, se limpou, vestiu suas roupas, me deu um beijo melado na boca e foi embora. Eu não tinha forças para levantar, fiquei deitada e adormeci, Acordei quase meia noite, com meu corpo melado, fui até o banheiro e no banho percebi o estrago que havia feito no meu cú, passando os dedos percebi que ele ainda estava meio aberto, fiquei arrombada mas muito satisfeita.
Voltei para cama e durmi até a manhã seguinte.

#ImagineHOT - Niall Horan

Acordei tremendo e suando muito. Fiquei sentada na cama, pensando no que havia acabado de passar pela minha cabeça, aquele sonho… Ele era meu irmão, e eu havia sonhado coisas extremamente erradas a respeito de nós dois. Ele estava em cima de mim, beijando meu pescoço enquanto abria minhas pernas para meter em mim. E quando finalmente ia penetrar seu membro duro e grande em meu sexo, eu acordei.
Fiquei irritada com a interrupção, pois por mais que ele fosse meu irmão, aquilo estava sendo extremamente bom. Eu tinha um namorado, e amava ele, assim como ele me amava também. Mas naquela noite, eu queria estar com Niall, e eu queria que ele estivesse dentro de mim, me dando prazer e sentindo prazer.
Olhei para o relógio e vi que marcava 02h23min, então me levantei e fui beber água. Ao voltar para o quarto passei em frente ao quarto de Niall, meu irmão de sangue. Estava tudo quieto, e tudo escuro a não ser pela luz da lua que entrava por uma das janelas, por mais que a cortina estivesse cobrindo uma boa parte dela.
Parei em frente ao quarto dele, abri a porta vagarosamente e entrei, fechei a porta e caminhei em direção a ele. Ao olhar para o chão avistei uma de suas camisetas, jogadas em frente a cama dele. Fui até ela, e a peguei, apertei minhas mãos em volta dela e a levei até o meu rosto, cheirando a camiseta com vontade… O cheiro que ele tinha no meu sonho, o cheiro de prazer, cheiro de sexo, um cheiro que eu precisava provar desde quando acordei daquele sonho.
Olhei para a cama dele, e lá estava, de barriga para baixo, e os braços agarrados no travesseiro… Poderiam estar em mim, me apertando e agarrados em mim. Cheguei mias perto dele e me sentei na cama, ao seu lado. Minhas mãos se direcionaram para o cabelo dele, sem que eu pudesse pensar em não fazer aquilo. A maciez do seu cabelo entre meus dedos fez o desejo crescer mais dentro de mim. Comecei a massageá-lo, a acariciar mais ainda, e ao escutar o gemido que ele havia soltado, perdi os limites.
Ele acordou ao sentir minha mão puxando levemente seus cabelos e minhas unhas raspando em seu couro cabeludo.
- O que… O que você ta fazendo aqui? – ele perguntou assustado ao ver-me ali.
Então ele se virou de barriga para cima e se apoiou sobre os cotovelos na cama, ficando quase que sentado. Não me contive, e sem responder nada, me sentei no colo dele, uma perna de cada lado, em volta da cintura dele. Ele tentou reagir, me segurou pela cintura para me tirar, foi quando eu percebi o que perderia, e então comecei a rebolar no colo dele.
Eu estava usando uma camisola curta, da cor branca, e feita por um tecido fino, e ele, bom, ele dormia apenas de cueca. Não demorou muito para que eu sentisse a ereção dele. Estava duro, e era grande. Sabia que era errado fazer aquilo, mas eu necessitava, mesmo ele sendo meu irmão, eu precisava senti-lo dentro de mim, e faria com que ele também precisasse.
Comecei a rebolar mais até ouvir mais um gemido dele. As mãos que estavam em minha cintura começaram a me apertar e a pressionar meu corpo mais ainda contra o dele.
- (S/N), o que…? – ele mesmo se interrompeu, ao soltar outro gemido.
O membro dele estava roçando minha vagina, mesmo sob os tecidos da cueca e da minha calcinha. As mãos dele foram para a minha bunda e dessa vez quem gemeu foi eu.
Com rapidez, colei minha boca na dele e o beijei, enquanto as mãos arranhavam as costas dele, e depois, iam em direção ao cabelo, puxando e massageando-o.
- Niall… Por favor… – eu implorava entre os beijos. – Por favor, me come!
Ele tentava, mas não conseguia se livrar daquele momento, porque por mais que ele fosse meu irmão, antes de tudo, ele era homem, e comigo daquele jeito, o estimulando, ele não aguentaria, ele precisaria trepar comigo. E logo.
As mãos dele, que antes estavam em minha bunda, agora passaram para minha vagina, e os dedos agilmente e rapidamente puxaram a calcinha para baixo, eu o ajudei a tirá-la, e também ajudei-o a tirar a cueca, quanto antes ele começasse, antes eu sentiria aquela sensação gostosa, e antes eu poderia voltar para o meu quarto e fingir que nada havia acontecido.
- Eu… Espera, precisamos de camisinha… – ele dizia entre gemidos, e tentando me parar.
- Não, não precisamos, eu tomo pílula, e eu quero que você me coma logo! – disse finalizando com uma mordida no lábio inferior dele.
Enfim me ajeitei em seu membro, e então senti ele entrar por completo em mim.
- Ahhh. – joguei minha cabeça para trás ao sentir a extensão de seu pau se aprofundar em mim. A sensação tomou conta do meu corpo, o prazer estava me possuindo, assim como ele.
Ele soltava alguns gemidos, ainda com a boca colada na minha, o hálito quente dele em meus lábios, as mãos em minha cintura, me apertando mais e mais. Ele me ajudava a subir e descer, eu escorregava pelo pênis dele rapidamente. Já estava completamente molhada.
- Mais rápido, por favor… Ahh Niall… – eu gemia enquanto cavalgava em cima dele.
- Isso, assim… Ah… Bem assim… – ele gemia junto comigo.
- Mais forte… Mete mais, ah. – eu tentava falar o mais baixo possível, pois meus pais estavam no quarto do lado, e se eles acordassem, iriam ir até meu quarto e ver que eu não estava lá, e daí a coisa complicaria, mesmo a porta do quarto de Niall estando trancada, já que eu a tranquei ao entrar.
Mais alguns movimentos, fortes e rápidos, e eu senti meu corpo estremecer, e então gozei, em seguida senti aquele liquido quente jorrar dentro de mim, ele finalmente havia gozado também.
Descansei um pouco no colo dele antes de me levantar, fazendo com que o pênis dele saísse de dentro de mim e fazendo com que alguns pingos de sêmen escorregassem pela minha coxa.
- Droga! – falei pegando minha calcinha que estava no chão, e saindo do quarto.
Queria ir até o banheiro para tomar um banho. No quarto Niall me chamava baixinho, mas não dei bola. Fui até o banheiro e tomei um banho rápido. Depois daquela noite eu não falaria com ele por um bom tempo, havia sido vergonhoso, por mais que tivesse sido gostoso, ele era meu irmão, e eu havia transado com ele, isso era errado, eu gostava do errado, mas sabia que não deveria. Aquele sonho fez com que eu ficasse louca, e agora faria com que eu ficasse com vergonha do meu irmão pelo resto da vida.

#ImagineHOT - Louis Tomlinson

( imagine retirado do blog : Imagine Hot, 1D e JB )
             ( que meia e essa !?!?!? ) 
- Sh, Savannah, você vai acordar alguém. – (S/N) bateu uma vez nas costas da amiga e deixou um riso fraco escapar por entre seus dentes. Savannah e (S/N) subiam as escadas correndo e rindo. Elas entraram no quarto, e Savannah trancou a porta.
- Me fala, exatamente, que horas que você volta? – (S/N) se sentou no chão, abrindo um dos pacotes de pipoca que ela havia trazido, e encarava Savannah.
- Ai, (S/N)! Sei lá meu, acho que daqui a umas cinco ou seis horas. – Savannah colocava seu sobretudo, cobrindo o seu mini shorts, e sua mini blusa. Aparentemente hoje, era seu dia de usar roupas minis, da qual (seu apelido) não podia reclamar.
- Eu estarei dormindo, então não me acorde. – (S/N) fez um bico, e encheu a boca de pipoca. Savannah colocou um salto alto preto, e passou um pouco de gloss nos lábios.
- Não ria muito alto porque a gente não quer que meus pais acordem. – Savannah mandou um beijo no ar para a amiga, antes de falar. - Não espere por mim. Boa noite. – E ela desapareceu pela janela. (S/N) continuou olhando para a janela depois de Savannah ter desaparecido pela mesma. Era sempre assim. (S/N) vinha dormir na casa de Savannah porque a amiga sabia que seu pai odiava entrar em seu quarto quando suas amigas estavam aqui. Mesmo (S/N), a garota que ele viu nascer. Savannah sai com Edward, um garoto que ela havia conhecido na aula de comércio. Os dois estavam se vendo a mais de quatro meses, e Savannah sempre saía com ele à noite. Deixando (S/N) sozinha, assistindo Harry Potter, e comendo pipoca. A única coisa boa de dormir na casa de Savannah era acordar de manhã e ver o irmão lindo, perfeito e maravilhoso da amiga, sentado na mesa, tomando suco de laranja, e sem camisa. (S/N) suspirou só de pensar naquela maravilha de garoto. É claro que a possibilidade dela e de Louis ficarem, ou pelo menos darem uns amassos, era fora de questão. Louis era cinco anos mais velho, e nunca (pelo menos era isso que ela pensava), nunca, havia sequer percebido a presença dela na casa. Mentira, ele falava bom dia, boa noite, e sorria ocasionalmente. (S/N) encarou a porta, que estava fechada, e percebeu que estava com vontade de ir ao banheiro. Ela se levantou, limpando a mão de pipoca no micro shorts que ela usava, e tirou o blusão, que havia pegado emprestado da amiga quando elas foram andar com o cachorro, revelando sua regata branca, que era mais apertada que um corsê, fazendo seus peitos parecerem maiores do que realmente eram. (S/N) calçou as Havaianas pretas, tamanho 35, e andou em direção a porta. O banheiro era logo ao lado, quando ela chegou à frente, prestes a virar a maçaneta, percebeu que sua vontade tinha passado. Odiava quando isso acontecia. Estava tudo escuro. Já eram duas horas da manhã e estavam todos dormindo. Ela olhou para escada, e decidiu ir beber água, rezando para que sua sede não passasse até lá. Ela desceu as escadas, olhando cuidadosamente para os degraus, para que não caísse. Ao chegar à cozinha, ela acendeu a luz, e tentou não fazer barulho quando abriu a geladeira para pegar a água. Adorava os copos da casa de Savannah. Eles eram bem grandes e redondos, dando para colocar a quantidade desejada. Quando terminou de colocar a água no copo, ela foi até a geladeira, onde guardou a água e andou de volta para onde estava o copo. (S/N) segurou o copo com as duas mãos e tomou um gole da água gelada.
- PORRA! – (S/N) tampou a boca, ao perceber que havia gritado, e derramado toda aquela água gelada em sua blusa branca, que havia ficado transparente. Ela rapidamente olhou para o menino em sua frente, que havia pegado o copo do chão.
- Eu te assustei? – (S/N) fez uma cara de dã, em quanto mordia o lábio de frio.
- Imagina. – Ela falou ironicamente. Sua boca tremeu uma vez de frio, e agora que ela percebeu que Louis estava usando só um samba canção preto. Os olhos dele mediram (seu apelido), subindo de suas coxas grossas, para sua cintura fina, e seus peitos cobertos pela blusa transparentes. O menino mordeu o lábio ao ver que ela estava com calafrios no peito. (S/N) percebeu Louis a olhando e sorriu maliciosamente. - Você se importa se eu tirar essa blusa?! Está me dando frio. – O menino a encarou por um instante, e balançou a cabeça.
- Á vontade. – Ele sorriu para ela, levantando uma sobrancelha. (S/N) tirou a blusa, ficando apenas de biquíni. A razão por ela estar de biquíni será esclarecida. - Porque que você está de biquíni? – Louis olhou para a barriga chapada de (seu apelido).
- Savannah sujou o meu sutiã de geléia. Não me pergunte como, porque eu não sei. – Ele fez um ah de entendimento e sorriu.
- E aonde que ela está, falando nisso? Não me diga que ela saiu com aquele garoto, novamente? – (S/N) levantou as sobrancelhas, surpresa.
- Você sabia? – (seu apelido) chegou mais perto dele, o encarando.
- Ela faz questão de fazer barulho quando ela chega às oito horas da manhã, é incrível. – O menino rolou os olhos, sorrindo de lado. - E você está toda sozinha naquele quarto grande? – Ele fez um bico de tristeza. (S/N) o copiou.
- Eu estou. É muito grande, e eu tenho medo. Mas eu vou assistir Harry Potter, quer se juntar a mim? – Ela sabia que a resposta seria não, mais é legal ser legal.
- Qual Harry Potter? – “Ai como esse joguinho era chato, basta falar não.”
- O primeiro, porque obviamente...
- É o melhor. – Louis e (S/N) falaram juntos, e riram.
- Tem pipoca? – “ESPERA AÍ, ISSO É UM SIM? Ai meu Deus, obrigada. É provável que eu fique duas horas e trinta e dois minutos olhando para essa maravilha?”
- E quem temperou fui eu. – (seu apelido) sorriu.
- Então vamos! – Louis a pegou pela mão, e apagou a luz antes deles subirem as escadas. Os dois tomaram cuidado para não fazerem barulho quando entraram no quarto. Eles se sentaram no chão encararam a televisão, até (S/N) lembrar que tinha que apertar play. “Não acredito que estou sentado do lado dela. Olha para ela meu. Essas coxas, essa cintura, Essa bunda, esse cabelo. Esse sorriso. Esses olhos. Ela é perfeita. Eu tenho que conseguir pelo menos um beijo. Nem que seja roubado.” Louis desviou o olhar dela, ao ver que ela o olhava pelo canto do olho. Quem ele estava tentando enganar. Essa era a (S/N). A menina que ele deseja desde a primeira vez que a viu entrar por aquela porta, quatro anos atrás. “A amiga de sua irmã vai estar na sua festa de boas vindas, então seja educado.” Foram as exatas palavras de seu pai para ele. Todas as amigas de Savannah que Louis já havia conhecido na vida eram crianças, e ele não pensou que ela ia ser diferente. Mas quando a viu entrar, usando aquele vestido rodado, e com aquele sorriso na cara, nunca desejou uma menina tanto quanto começou a desejar dês daquele dia. Sonhava com ela quase todas as noites. Principalmente quando ela dormia na casa dele, e ele a via de manhã, com aquele cabelo meio desarrumado, e aquelas coxas descobertas. Mas, na opinião dele, ela era muita areia para seu mini caminhão. Era engraçada, linda, interessante (em todos os sentidos), e ele era medíocre, muito normal, e entediante. Ele nunca teria a coragem de dar em cima dela. E outra, ela devia ter namorado. Ele só queria dormir com ela. Eles não precisavam transar. Ele só queria a sentir, por alguma razão.
Louis colocou outro tanto de pipoca na boca, tentando não a encarar. A pipoca estava no colo dele, e quanto mais eles comiam, mais rapidamente ela ia acabando. Fazendo com que o espaço entre a mão de (S/N), e o membro de Louis, fosse diminuindo. Louis voltou a olhar. Essa era sua chance. Ela virou o rosto para ele, o encarando também. (S/N) lambeu os lábios, e o olhou de baixo para cima. Louis chegou mais perto da menina, e, cuidadosamente, encostou seus lábios nos dela, pedindo passagem, a qual foi cedida sem restrição. A mão de (S/N) se direcionou a nuca de Louis, na qual ela raspou suas unhas. O beijou começou lento, pegando velocidade rapidamente. Louis deitou (S/N) no chão, ficando por cima dela. As mãos de (seu apelido) agora estavam nas costas nuas de Louis. Umas das mãos dele estavam na nuca de (S/N) e a outra nas costas dela. Seus dedos passaram pelas costas da garota, desfazendo o nó do biquíni dela rapidamente. O beijo só foi interrompido para (seu apelido) tirar o biquíni. Louis pressionou seu corpo contra o dela, sentindo mais desejo. (S/N) passou sua mão pelo membro ereto de Louis, o fazendo gemer. Ela tirou o samba canção dele com os pés e ele tirou o short dela com um movimento só. Ao perceber que ela estava sem calcinha, sorriu para si mesmo, e voltou a beijá-la. (S/N) virou Louis, ficando por cima dele. Ela distribuiu beijos no pescoço, no peito, e na barriga dele, até chegar a seu membro ereto. Ela o pegou com uma mão, e o olhou, o vendo pressionar a cabeça contra o chão, como se a quisesse jogar para trás e morder o lábio inferior. Ela voltou seu olhar para o membro de Louis, e o colocou na boca, o chupando rapidamente. Louis ofegava, e se contraia.
- Como você está fazendo isso?! Vo... Você... Chu... Chupa... Muito bem! – (S/N) sorriu, satisfeita e continuou a chupar. Ela deu mais algumas lambidas, percebendo que Louis estava chegando lá, ela correu até o criado mudo de Savannah, tirando dele uma camisinha, e a colocando rapidamente em Louis, subindo em cima dele logo em seguida. (S/N) se movia rapidamente em cima de Louis, o fazendo gemer alto de prazer. As mãos de Louis seguravam firme no quadril de (seu apelido), que agarrava os cabelos dele com força. Os dois chegaram ao orgasmo juntos, se contraindo. (S/N) se jogou ao lado de Louis, sorrindo. Ela tirou o cobertor da cama e se cobriu. - Porque que você se cobriu? – Louis perguntou, fazendo (seu apelido) corar.
- Eu tenho vergonha. – Ela desviou o olhar.
- Não precisa ter. Você é linda. – (S/N) corou mais ainda, se virando de lado, e o encarando. Ela sorriu. Um sorriso que Louis nunca havia visto antes. Ele sorriu de volta. (S/N) procurava suas roupas de baixo do cobertor, e as vestia. Ela pegou o samba canção preto de Louis, e o entregou. Os dois ficaram se encarado por um tempo. O silêncio só crescia. Não porque não tinham mais nada para falar. Mas porque só olhar, já bastava. Os olhos de (S/N) começaram a se fechar pelo cansaço. Louis se levantou a pegando no colo. Os olhos de (seu apelido) se arregalaram.
- Aonde que você vai me levar?! – Ele sorriu, e a colocou deitada na cama. Ajeitando a cabeça dela no travesseiro. Louis pegou o cobertor do chão, o colocando em cima dela, desligando a televisão antes. Ele deu um beijo na testa da menina, e sorriu.
- Boa noite. – Ele falou, e sentiu (S/N) apertar seu pulso de leve antes de ir.
- Não vá. Fica aqui. – Louis a olhou. A cama era grande e ela era tão pequena. Ele sorriu de lado.
- Vai para o lado. – Louis se deitou de baixo das cobertas a abraçando. Ela se virou, o deixando a encoxar sem malícia. Louis deu um beijo na orelha da menina, e ela se aconchegou mais a ele. - But I lacked the courage and she had a boyfriend, and I was gawky and she was gorgeous and I was hopelessly boring and she was endlessly fascinating. So I walked back to my room and collapsed on the bottom bunk, thinking that if people were rain I was drizzle, and she was hurricane. – Louis sussurrou no ouvido dela. (seu apelido) sorriu para si mesma, e virou seu rosto para lhe dar um beijo.
- Looking for Alaska. – Ela sorriu, e se virou fechando os olhos.
- (seu apelido), acorda! O café está na mesa. – Savannah cutucava (S/N), que parecia estar morta. (S/N) abriu os olhos e encarava a amiga. – O que você fez ontem à noite para estar com tanto sono assim? – (S/N) deu de ombros, se levantando rapidamente. Ela se olhou no espelho, e fez um coque no cabelo. - Pegue uma camisa, porque que a sua estava molhada? – (S/N) vestiu a camisa que a amiga havia lhe jogado.
- Deixei cair água. – Savannah levantou as sobrancelhas, se direcionando para a porta. (S/N) calçou as mesmas Havaianas pretas de ontem, e seguiu Savannah. O pai de Savannah havia ido trabalhar e Louis, como sempre, estava sentado no balcão, tomando suco de laranja, e sem camisa.
- Bom dia maninho. – Savannah deu um tapa no braço do irmão e já se direcionou a geladeira, se abaixando para pegar alguma coisa nela. (seu apelido) olhou para Louis, que sorria para ela.
- Bom dia. – Ele falou olhando para (seu apelido). Ela andou até ele, que lhe roubou um selinho.
- Bom dia. – Ela falou, sorrindo envergonhada.
- Cadê o leite? – Savannah se levantou, olhando para Louis.
- Está na dispensa, lá em baixo. – Savannah bufou e se direcionou a uma escada do outro lado da cozinha. - Já volto (seu apelido). – Savannah desapareceu entre as escadas, e Louis não queria parar de olhar.
- Você é linda. – (S/N) olhou para ele, dando uma risada que soou falsa.
- Acho que você está cego. – Isso o fez rir, jogando a cabeça para trás, como sempre.
- Quando que a gente vai poder repetir a dose, (seu sobrenome)? – Louis a mediu, rindo baixinho logo em seguida.
- Quem sabe, logo. – Ela sorriu, fazendo o mesmo com ele.
- Mas, da próxima vez, eu quero que seja no meu quarto e na minha cama. Para eu me lembrar de você toda a vez que eu for dormir nela.
- Achei! Finalmente! – Savannah subiu, segurando o leite na mão, fazendo com que (S/N) não conseguisse responder Louis. Foi melhor assim, porque ela não sabia o que dizer. Louis se levantou e andou até a sala, onde ele se sentou no sofá, e pulava os canais. Savannah colocou o leite em um copo, e olhava para Louis no sofá. - Ah não, se ele pode, a gente também pode, vamos. – A menina andou até a sala, se sentando no chão, e olhando para a televisão. (S/N) a seguiu, ficando nos pés de Louis, que a cutucava a todo minuto.
Louis olhou para a porta, que se abria lentamente. Quando se abriu por inteiro, lá estava ela. Usando apenas, uma toalha, e com um sorriso malicioso no rosto. Louis se sentou na cama, esfregando as costas da mão nos olhos. Ela andou até ele, e antes de subir na cama, jogou sua toalha no chão. Ela colocou uma perna em cada lado, subindo em cima dele e levou seus lábios ao ouvido dele.
- Promete que vai lembrar-se de mim? – Ela beijou seu lóbulo logo em seguida. Louis levou sua mão à cintura dela e antes dele poder beijá-la, ele acordou. Louis encarou o teto de seu quarto frustrado.
- Te acordei? – Louis olhou a menina que estava sentada na beirada de sua cama.
- (seu apelido)? – A menina reconheceu o apelido, e sorriu.
- O que você está fazendo aqui? – Ela se sentou mais perto dele.
- Eu estava sozinha lá no quarto da Savannah, e decidi vim te fazer companhia. – Não! Ela não estava usando uma toalha. Estava usando o blusão de Harvard de Savannah, que antes era seu e ia até a coxa da menina. - Gostou da surpresa? – Louis se sentou na cama, a olhando.
- Amei. – (S/N) segurou a ponta do blusão com as duas mãos, e, em um movimento, o tirou, revelando seu corpo absolutamente nu em baixo do mesmo.
- E agora? – A menina perguntou. Louis mordeu o lábio inferior, a deitando na cama, e ficando em cima dela. Ele a beijou, sentindo os pequenos dedos dela percorrerem todo seu pescoço. Louis tirou o samba canção que usava, e o jogou para fora da cama. (S/N) colocou a camisinha no membro já ereto de Louis, para não ter que se preocupar depois, e ele a penetrou com força. Louis tirava o membro quase todo e a penetrava com força, rapidamente. Os beijos aceleravam e (S/N) sentia a língua de Louis percorrer todo o espaço de sua boca. As mãos dele subiam e desciam as costas da menina. (seu apelido) se contraía cada vez mais, até chegar ao orgasmo. Ao ver que Louis ainda não estava lá, o empurrou para ficar de baixo dela, e desceu até ficar cara a cara com o membro de Louis. (S/N) tirou a camisinha, a atirando no lixo, o pegou e começou a chupá-lo, arrancando vários gemidos de Louis.
- Hum! – Louis gemeu, quase sussurrando. Ele passava seus dedos pelos cabelos de (seu apelido), e pressionava a cabeça no travesseiro. Quando Louis gozou, (seu apelido) subiu, colando seus lábios nos dele.
- Posso, honestamente, falar que você foi a melhor que eu já tive. – (seu apelido) riu baixinho.
- Então você é inexperiente. – Ela procurava seu blusão de baixo do lençol.
- Não se cobre não, fica assim. Fica aqui. Por mim. – (S/N) o encarou por um minuto, depois deitou sua cabeça no travesseiro de Louis, o olhando e sorrindo. Ela passou a mão pelo rosto dele, o fazendo fechar os olhos ao sentir o toque dela. (S/N) acabou dormindo do lado dele. Por sua sorte, ela sentiu quando o sol bateu em seus olhos. (S/N) olhou para Louis, que ainda a segurava. Ela tirou as mãos dele cuidadosamente de sua cintura, e deu-lhe um selinho. Ela se levantou, colocando seu blusão, e o samba canção de volta nele. Ao sair, fechou a porta com cuidado para não fazer barulho. Quando (seu apelido) entrou no quarto de Savannah não havia ninguém. Ela trocou de roupa, colocando calcinha, sutiã, e seu pijama normal. Quando estava colocando o blusão de Savannah dentro do armário, ouviu um barulho e olhou para trás.
- Bom dia (seu apelido), porque que você está acordada? – Savannah entrava pela janela, e a deixou bater.
- Você sabia que esse barulho incomoda as pessoas que ainda estão dormindo? – Savannah a olhou sem entender.
- Não, não sabia. Any way, estou acabada vou dormir. – A menina tirou seu vestido tomara que caia, que com certeza havia caído aquela noite, várias vezes, e se deitou na cama. (S/N) se deitou ao lado dela, e, por alguma razão, se lembrou de Louis.
Louis se sentou na cama, ao ouvir alguém bater em sua porta. Ele piscou algumas vezes, reação a luz do sol que batia entre sua janela.
- Louis, acorda! Estou indo trabalhar, fica de olho na sua irmã. – Louis se jogou de volta na cama, bufando. Ao perceber que estava usando seu samba canção, se lembrou de (seu apelido). O que o fez sorrir. Ele colocou uma calça de malha, e foi ao banheiro. Quando ele ia abrir a porta, ela se abriu, revelando (seu apelido) com cabelo solto, e sorrindo envergonhada para ele. Louis sorriu para ela, e roubou um selinho demorado. - Louis, isso não se faz. – Ela sorriu para ele, antes de descer as escadas e se direcionar para a cozinha.
- O seu suco de laranja está em cima da mesa. Estou fazendo misto para a gente. – Savannah apontou para a mesa, e voltou a mexer nos pães. (S/N) murmurou um obrigado, e se direcionou a mesa de mármore no meio da cozinha. Ela pegou seu suco na mão, e tomava goles pequenos. Louis desceu as escadas cantando.
- First my mouth with the softest kisses. Then my neck with your finger tips. Your looking at me and your licking your lipses. You press up against me with the smoothest tips. – Louis cantou e (S/N) reconheceu a música, e continuou.
- Your so good because you never do what you should. You’re so hot just the thought and I probably could. You’re so bad, and you had me on the first look. You’re so cool ‘cause you never do anything by the book. Your so fucking’ good. – Louis olhou para (S/N), e riu jogando a cabeça para trás. Os dois perceberam que a música descrevia a situação deles.
- Não sabia que você gostava de Stroke 9. – (S/N) falou, tomando outro gole de seu suco de laranja.
- Pois é. Essa é a minha música favorita. – Quando Louis ia roubar outro beijo de (S/N), Savannah se virou a entregando um prato com seu misto quente.
- Brigada. – Ela falou, colocando o prato na mesa, e vendo Louis se afastar.
- Então (seu apelido), quanto tempo que você vai poder ficar aqui? – (S/N) terminou de mastigar para responder a pergunta da amiga.
- A minha mãe foi viajar, então o tempo que eu quiser. Quer dizer, o tempo que você quiser que eu fique. – Ela refez a frase.
- Pode ficar até o fim da semana? – (seu apelido) pensou um pouco antes de responder.
- Hoje é terça? Então até esse domingo? – Savannah sorriu, olhando para os lados.
- Sim, domingo que vem. – Louis quase se engasgou com o suco que estava tomando. Ele iria ter (S/N) na sua cama, até domingo que vem? Esse só podia ser outro sonho. (S/N) riu.
- Tudo bem. – Ela completou, e viu Savannah desaparecer nas escadas.
- Vou fazer uma ligação! – A voz de Savannah soou feliz no segundo andar da casa. Louis andou até (S/N), a abraçando pela cintura. E colocando o cabelo dela atrás da orelha. Ele, lentamente, aproximou seus rostos, até grudar seus lábios. O beijo que havia começado como um selinho, agora parecia de cinema. (seu apelido) se afastou, tentando respirar.
- Eu vou ter você por uma semana, e seis dias. – Ele falou, a olhando.
- Você vai me agüentar por uma semana e seis dias, Tomlinson? – Ele riu, jogando a cabeça para trás, novamente.
- Eu acho que sim, Pequena. – (seu apelido) sorriu, e grudou seus lábios novamente. Ao ouvir os passos de Savannah, eles se desgrudaram.
- Nossa, você ainda não terminou de comer (seu sobrenome)? Está lerda, hein?! – A amiga sorriu.
- Vem, vamos comer na sala. – Savannah pegou seu prato, e se direcionou para a sala. (S/N) olhou para Louis, que sorria para ela. Uma risada escapou por entre seus dentes, e ela seguiu a amiga. “Essa semana vai ser longa. Graças a Savannah e seu peguete.” O pensamente foi simultâneo. Os dois sabiam que essa semana e esses seis dias prometiam. E muito mais do que eles pensavam.