quinta-feira, 29 de agosto de 2013

#ImagineHOT - justin Bieber


Eu estava bela, usava um vestido poderoso de paetê azul royal, era curtinho, mas não tão decotado. O relógio marcava exatamente 23h00min. Alice, minha melhor amiga, passaria na mansão pra buscar-me, mas ela estava trinta minutos atrasada, já que o combinado seria vir às 22h30min.
Meus pais viajaram e aproveitaria para ir a festa de Noah Leahy, um dos garotos mais populares da escola, falando nisso, meu nome é Hanna, tenho 16 anos e estou cursando o segundo ano do ensino médio (ainda bem que só falta mais um ano para esse inferno acabar). Eu iria ter de sair escondida, pois se o idiota do filho da minha madrasta visse-me saindo, me deduraria na hora.
Desde que mamãe morreu, Pattie se tornou muito importante para mim, pois ela é a única figura feminina que tenho por perto. Eu a amo como se fosse da minha família, mas o único problema é que eu só a tenho se seu filho legítimo - Justin - vier no pacote. Há dez anos, os conheci, eu era uma criança ingênua demais e não havia percebido que minha mãe já tinha falecido, pois papai, sempre que eu perguntava sobre ela, dizia-me que a mesma viajara. Deve ter sido difícil para ele me falar isso, porém pior ainda foi quando percebi que ela nunca mais voltaria.
Enfim, eu estava em meu quarto, que por um azar muito grande, se encontrava ao lado do de meu "irmão". Abri a porta de madeira branca que dava acesso ao largo corredor, tentei fazer o mínimo de barulho possível para Justin não ouvir meus movimentos. Tirei os saltos enormes, apoiando-me na parede pelo esforço. Agora sim eu poderia andar tranquilamente.
Apaguei a luz com a mão desocupada e andei cautelosamente até a porta do aposento ao lado. Meus ouvidos tocaram a madeira levemente e não captaram nenhum som, então isso significa que ele já devia estar adormecido.
Fui em direção as escadas e desci cada degrau com muito cuidado, tudo lá embaixo estava vazio, olhei ao redor e não avistei nada suspeito. Iria esperar minha amiga no portão, pois não aguentava mais ficar trancada!
Quando estava prestes a girar a maçaneta, a luz da cozinha se acendeu atrás de mim. Tremi dos pés à cabeça.
E se for um ladrão? Perguntei-me. Milhões de situações perigosas passaram-se pela minha mente problemática.
Tentei controlar meus batimentos cardíacos e fui virando o corpo devagar.
Fiquei mais nervosa do que já estava ao mirar um Justin, só de cueca boxer branca, me fuzilando com fúria estampada em seus olhos.
Engoli em seco.
– Onde você pensa que vai? - Indagou entre dentes.
– Pa-para a casa da Alice! - Exclamei, guaguejando aquela mentira, mas era em vão, porque meu irmão me conhece muito bem. Ele sabia quando eu falava a verdade ou não.
– Não está autorizada, pode subir e se aquietar. - Falava como se mandasse em mim.
Que raiva! Gritei em pensamento.
– Justin, por favor, deixe-me ir. É só isso que te peço. - Implorei contra a minha vontade.
– Se você pelo menos não mentisse para mim! - Esbravejou. – Eu sei que você estava indo a festa do Noah, não adianta querer esconder.
Continuávamos a discutir a distânica. Ele perto da geladeira e eu proxíma a saída.
Não avisei que Justin sabe quando minto?
O vestido deve ter me entregado por completo, já que eu nunca iria tão arrumada assim apenas passar a noite na casa de uma amiga.
– Tudo bem, eu admito. Estava indo a festa sim, mas o que você tem a ver com isso? - Fiz a pergunta com a voz um pouco alterada, daqui a pouco começaria a gritar. – Por que você não me deixa em paz, seu idiota? - Tentava convencê-lo.
Ele me deu um meio sorriso sarcástico, para logo após sair da cozinha e subir os primeiros degraus da escada, me ignorando. Quando Justin estava quase no topo, virou-se olhando-me mais uma vez.
– Se você sair dessa casa, ligarei para o seu pai! - Continuou a subir.
Corri atrás dele e quando cheguei ao primeiro andar, ele já estava em seu próprio quarto. Tentei entrar lá e por incrível que pareça, estava aberto.
Encontrei-o deitado em sua cama. "Fumacei" pelos ouvidos, tamanha a raiva.
– Só me diz o porquê ,vai? Me diz porquê você não me deixa ir, caralho! - Sim, agora eu estava definitivamente alterada.
– Se você quer tanto ir, porque não pede para o seu papaizinho, hã? Você sabe que ele não te deixaria ir, pirralha. - Aquele sorrisinho que eu odeio voltou à tona. O pior é que esse desgraçado estava certo, papai nunca permitiria tal coisa.
–... - não tinha palavras pra retrucar.
– E se acontecer algo com você? Se algum maníaco te pegar à força? A responsabilidade toda cairia sobre mim. Se não fosse por isso, você poderia ir até para o inferno, porra. - Cuspiu as palavras.
Baixei a cabeça. Então era isso, esse problemático acha que vai acontecer algo de ruim comigo, por isso não me deixa ir.
A responsabilidade seria jogada sobre ele, porém isso nem importava mais. Tudo que vinha a minha cabeça eram apenas as palavras maldosas proferidas por ele.
Eu sinceramente não sei porque ele me odeia.
Tentei conter uma lágrima teimosa de cair, mas simplesmente não deu pra segurar. E só pra mostrar mais ainda a fracote que sou, passei a chorar copiosamente em sua frente. Olhei em seus olhos de novo e pensei ter visto algum arrependimento contido ali, porém o mesmo sorriso que eu odiava, insistia em aparecer naquela boca rosada.
– O que uma pirralha, que chora por tudo, iria fazer na festa do Noah? - Ele continuava a me magoar. Caminhei até a saída derrotada. – Fecha a porta quando passar, irmãzinha. - Tudo que havia em seu tom de voz era sarcasmo. Eu só não voltei lá e quebrei a cara dele porque sou umas 100 vezes menor.
Justin é quatro anos mais velho que eu e acabaria comigo apenas se encostasse o dedo em mim. Fechei a porta num estrondo audível e corri para meu aposento. São nessas horas que eu desejava que ele e Pattie nunca tivessem entrado em minha vida; E que minha linda mãe Elisabeth, ainda estivesse aqui conosco.
Minha respiração estava se normalizando, então peguei algodão e o removedor de maquiagem na minha penteadeira. Retirei toda a sujeira que estava em meu rosto e despi-me do vestido glamuroso, jogando-o em algum canto daquele lugar rosa. Peguei uma camisola branca e confortável e deitei-me na cama gigante que havia ali. Achei meu celular, digitando uma mensagem pra Alice, avisando-a que não poderia ir e ela respondeu minutos depois, dizendo-me que "tudo bem, mas depois vou querer saber o motivo."
Estava prestes a colocar o aparelho debaixo do travesseiro, quando todos os abajures foram desligados.
– AAAAAAAAAAAAH!! - Gritei muito assustada.
Eu tinha pânico de ficar no escuro.
Em 16 anos de vida eu nunca, nunca mesmo, dormi sem alguma luz por perto. Provavelmente faltara energia, então eu comecei a correr pra onde meu irmão estava dormindo, o medo me consumia tanto que já estava a ponto de chorar novamente.
– Justin?! - Chamei-o desesperada. Ouvi-o resmungando algo ininteligível.
Resolvi entrar mesmo assim, pois estava muito amedrontada. Encontrei-o dormindo de bruços virado para a janela, pude observá-lo mover-se graciosamente sobre os lençóis e isso só era possível por causa da lua, que estava muito brilhante naquela noite e chegava a iluminar uma boa parte do quarto, inclusive sua cama. Acho que já deveria ter se passado uns cinco minutos, porém eu continuava lá, encarando-o como se estivesse hipnotizada.
– Vai ficar aí parada só me olhando? - Fui acordada de meus devaneios nada puros sobre meu "irmão" com essa pergunta. Me assustei, engolindo em seco, mas logo tratei de perguntá-lo se poderia dormir junto a ele.
– Justin, será que eu posso dormir aqui? - Indaguei apreensiva. – Você sabe que eu tenho medo de escuro e nem papai e nem mamãe estão aqui, então, você deixa? - Eu falei tudo rapidamente, esperando ansiosa por sua resposta.
– É claro que sim, pequena. Vem, deita aqui. - Falou apontando para o outro lado de sua cama, batendo a mão ali. Fui correndo e assim que me deitei, senti dois braços fortes me rodearem.
Meu corpo teve reações muito estranhas.
– Por que você me odeia, Justin? - Resolvi perguntar o que estava intalado em minha garganta há um tempo.
– Eu não te odeio meu amor, eu só estava com muita raiva e ciúmes naquela hora, eu temo muito que algum garoto se aproveite de você. Me desculpe, por favor. Afinal, como eu poderia odiar minha "irmãzinha", hã? Me diz. - Ele me respondeu com bom humor. Será que esse garoto é bipolar? Perguntei a mim mesma, não acreditando naquilo.
– Sério?! - Indaguei surpresa, pois não esperava nada disso.
– Seríssimo. - Confirmou e quando levantei a cabeça para olhá-lo, deparei-me com aqueles olhos lindos que o garoto possuía. Eles miravam-me com tanta intensidade que senti como se estivesse nua.
Justin foi chegando mais perto de mim e tudo foi tão rápido que nem percebi o colar dos nossos lábios.
Estávamos nos beijando.
Senti sua língua adentrando lentamente minha boca, sem nem pedir permissão, explorando cada canto que conseguia e eu não pude me segurar, tive que sugá-la. Enfiei as mãos em seus cabelos, puxando-os e massageando sua nuca e logo após fazer isso, senti-o por cima de mim, com os dois braços ao lado de minha cabeça pra poder se apoiar e não me esmagar com seu peso.
Depois de uns minutos me dei conta do que estava fazendo, me afastei um pouco bruscamente e disse:
– Nós somos irmãos Justin, você tem que parar! - Mesmo contra a minha vontade, era preciso fazer aquilo.
– Somos mesmo? - Me questionou. Fiquei sem palavras e ele voltou a fazer o que estava fazendo, só que com mais intensidade ainda.
O garoto resvalava os lábios por todo o meu rosto e descia para o meu pescoço. Justin ficou um tempo por ali, deixando chupões, beijinhos, coisas que deixariam marcas futuramente, mas a única coisa que eu fazia era gemer baixinho e friccionar meu corpo contra o membro dele que já se encontrava totalmente ereto.
Cheia de coragem, girei meu corpo sobre o dele e foi minha vez de ficar por cima. Trabalhei em seu pescoço suculento, deixando vários selinhos por lá, desci pelo seu abdômen durinho e dei alguns beijos pelo mesmo, quando cheguei em seus mamilos, os mordi e brinquei com minha língua naquele lugar.
Ele gemeu.
Fui levando minhas mordidinhas para baixo e logo estava frente a frente com aquele membro que parecia que ia explodir a boxer de tão duro. Dei uma mordida por cima da mesma e logo retirei-a, me deparando com um pênis pulsante, grosso e grande.
Fiquei meio assustada, porque era comprido demais!
Não sei como estava conseguindo fazer tudo aquilo, mas apenas seguia meus instintos.
Todos esses anos desejei-o em silêncio, porém nunca poderia imaginar que ele sentisse o mesmo por mim, pensei aquilo enquanto passava a língua pela cabeça do sexo perfeito dele, que estava púrpuro, já soltando um pouco de pré-gozo. Lambi toda a sua extensão e pus quase todo em minha boca, sugando com afinco, fazendo o melhor que eu podia para dar-lhe prazer, comecei a brincar com seus testiculos com a mão livre e tão logo isso aconteceu, Justin passou a estocar em minha boca, primeiro lentamente, mas depois que já não se aguentava mais, ficou mais rápido e forte. Pouco tempo depois ele gozou e tratei de engolir todo aquele líquido esbranquiçado. Esse ato o fez rosnar alto.
Ele me pegou e jogou-me sobre a cama bruscamente, mas estava tão excitada no momento que nem liguei e Justin estava tão desesperado, que só faltou rasgar minha camisola. Quando meus seios ficaram expostos, ele passou um tempo apreciando-os e depois, pôs sua boca em um dos mamilos, o mordiscando, sugando e judiando, enquanto sua outra mão estava no outro seio, o massageando. Eu já estava alterada e Justin não parava de me torturar, então eu mesma tirei minha calcinha.
– Calma ai, apressadinha. - Sussurrou em meu ouvido, me arrepiei dos pés a cabeça com a voz rouca.
Ele foi descendo os lábios pelo meu corpo e quando chegou em minha intimidade, - que já estava pronta para recebê-lo - passou a estimulá-la, ora dando beijos ou chupões ora sugando meu clitóris. Senti-me ser penetrada por dois dedos de uma só vez e Justin trabalhava a sua língua na mesma velocidade com que adentrava os mesmos em mim.
Senti pequenos espasmos e acabei gozando em sua boca, gemendo alto, porém mesmo após isso, ainda queria mais.
Eu nunca estaria satisfeita quando se tratasse do meu irmão, eu o queria pra mim, o queria dentro de mim.
Já não aguentava mais aquelas pré-eliminares e parece que ele também não, pois o vi pegar uma camisinha no criado mudo ao lado e ao perceber o que ele estava fazendo, pedi para colocá-la. Justin prontamente atendeu meu pedido, entregando-me o pacotinho, abri-o com os dentes e massageei aquele pedaço de carne à minha frente, que já estava a ponto de bala mais uma vez, para logo após "vestir" o preservativo nele.
Justin olhou em meus olhos, meio que me perguntando se eu estava pronta, apenas afirmei que sim com a cabeça, não tinha mais como voltar atrás no estado em que eu me encontrava, aliás, nós dois nos encontrávamos.
Quando ele me penetrou, soltei um pequeno grito, por mais que doesse um pouco por ele ser tão grande, a sensação era maravilhosa. Ele esperou uns segundos para que eu me acostumasse com o seu tamanho, baixando a boca até meu pescoço, sugando minha jugular, mas eu estava ansiosa demais para sentir toda a potência dele, então rebolei meus quadris levemente, demonstrando que eu queria que ele continuasse e enfim, Justin começou a estocar em mim, lenta e deliciosamente.
– Caralho Justin, como você é gostoso, PORRAAA! - Quando ele atingiu um ponto mais fundo dentro de mim, não consegui não gemer algumas palavras obscenas.
Ele continuava a estocar, cada vez mais rápido, tentei inovar e tratei de inverter as posições, ficando por cima dele, suas mãos voaram pras minhas nádegas, me ajudando a subir e descer, gemi mais alto ao perceber que daquela forma seu membro ia até mesmo mais fundo do que antes.
– Você é muito mais gostosa, é perfeita, isso sim. - Ele comentou com uma voz totalmente diferente, desejosa. Arrepiei-me, mordendo os lábios.
Eu cavalgava cada vez mais forte e olhar a expressão de prazer em seu rosto, me fez ter mais um orgasmo, muito intenso dessa vez. Justin inverteu as posições novamente, pois eu ainda estava meio mole, ele enfiou-se em mim mais algumas vezes e urrou de prazer, liberando todo o seu sêmen em sua camisinha.
Ele saiu de dentro de mim lentamente, tirando o preservativo, dando um nó na sua ponta.
Meu irmão deu-me um pequeno beijo na testa, deitando-se ao meu lado, apertando-me em um abraço de aço e acabamos dormindo desse jeito, nus, suados, porém com um grande sorriso de satisfação no rosto.


One-shot retirada do Nyah mas foi deletada :)

#ImagineHOT - Justin Bieber

                  ( porraaaaaaaaa!!)

sexta-feira, 29 de março de 2013

Meu Primo Querido



Após um belo banho, acabava de deitar-me na confortável cama que se encontrava em meu quarto, todo o meu corpo estava extremamente dolorido, pois havia tido minha primeira aula de Karatê hoje, na academia que ficava na esquina da rua do apartamento onde moro.


Não foi uma experiência muito boa, porque o pessoal de lá não teve pena de mim, e me bateram sem dó. Tomei um comprimido analgésico, o problema é que ainda não fez efeito.


Vou apresentar-me pra vocês: Chamo-me Victoria Duffield e sou muito reservada, amo ficar em casa, não saio muito e por conseqüência, não tenho muitos amigos e tive poucos namorados. Meu cabelo é preto e os olhos são verdes, minha cor é branca e sou baixinha, mas é a estatura certa pra uma mulher, tenho 19 anos e curso literatura. Acho que é só isso.


Bom, tudo que eu queria no momento era dormir e só acordar amanhã de manhã. Meus olhos já estavam pesando e o clima frio de Londres contribuía muito pra eu cair no sono, enfiei-me nas cobertas quentinhas e dormi... Por 5 minutos.


O som insuportável da campainha além de quase me fazer cair da cama pelo susto, fez minha dor de cabeça piorar. Coloquei a mão direita no peito, amaldiçoando a infeliz da pessoa que estava em minha porta em plenas quatro horas da tarde de uma terça-feira.


Quem poderia ser? Perguntei-me, puta da vida.


O desgraçado (ou desgraçada) não parava de tocar o interfone, fui obrigada a gritar um “Já estou indo, porra” pra o barulho poder cessar. Pensei que só podia ser alguém da minha família, afinal o porteiro não ligara pra avisar que tinha alguém subindo.


Abri a porta com uma expressão de raiva e de dor - por causa do esforço que fiz para chegar até lá rapidamente - na cara ao mesmo tempo.


– Olá, priminha! – Sorriu ele. Era Justin, filho da irmã da minha mãe.


– O que você quer? – Fui curta e grossa, não queria perder mais nenhum segundo da minha soneca.


– Não vai me convidar pra entrar? Minha mãe me mandou aqui pra te entregar essa caixa. – Apontou para o chão e havia uma encomenda enorme ali. Eu não falava muito com meu primo, nós nunca fomos amiguinhos e tal, mas nem me perguntem por qual razão, pois eu não saberia responder, mas provavelmente era porque ele morava do outro lado da cidade.


– Ah, devem ser os livros que ela não precisa mais, eu lembro que a pedi isso semana passada. – Supus o que poderia ser aquilo. – Vem, entra. – Chamei-o. Meu sono já havia ido pro espaço só de imaginar todas as novas histórias que eu iria poder ter o prazer de desfrutar ao lê-los.


O vi abaixar-se, pegando a caixa e adentrando meu apartamento, aquilo devia estar pesado. Justin raramente vinha aqui, mas acho que Rodney (meu porteiro) lembrava-se dele.


Minha tia era professora de literatura numa faculdade muito conceituada e já havia publicado três ótimos livros. Eu queria seguir seus passos, por tanto, aos 19 anos, estou cursando o mesmo curso que ela - como já disse em minha apresentação- e pretendo tornar-me uma grande escritora.


– Como você está, Victoria? – Ele quis ser gentil ao perguntar, deixando o pacote no centro em frente ao sofá, sentando-se no mesmo em seguida.


– Nesse exato momento com muita dor, fora isso está tudo bem. – Sorri, andando lentamente pra não forçar as pernas. Fui até o balcão que dividia a cozinha da sala de estar e comecei a preparar um suco pra gente.


– Como assim “com muita dor”? – Juntara as sobrancelhas, tentando entender o que eu disse.


– É que eu fui pra uma aula de Karatê pela primeira vez hoje e os alunos quase me mataram. – Expliquei, fazendo um leve biquinho bizarro.


Foi sem querer, gente, mas não consegui evitar.


Ele riu, porém tentou disfarçar, comentando que “é sempre assim quando se começa um novo esporte”.


– Você gosta de suco de laranja? – Perguntei, mesmo tendo certeza que sim, porque todo mundo gosta de suco de laranja.


– Claro. – Afirmou e eu sorri, indo entregar-lhe o copo com o líquido amarelo e dando um gole no meu próprio. – Sabe, eu poderia... – Ele parecia estar receoso em falar.


– Poderia...? – Incentivei-o.


O que será que ele queria?


– Eu poderia... Te fazer uma massagem, se você quiser, óbvio. – Anunciara e meu queixo caiu.


– V-você o que? – Gaguejei, ficando ruborizada.


– É que eu aprendi umas técnicas há uns tempos atrás, eu pratico Judô e fico machucado com freqüência, então... – Esclareceu, engolindo em seco. Eu fiquei calada, apenas cogitando se aceitaria ou não, mas acho que ele entendeu aquilo como uma rejeição da minha parte, pois falara: - Hum, deixa pra outro dia. Eu preciso ir embora, na verdade. – Levantou-se e foi andando rapidamente pra porta.


– Não! – Gritei, me arrependendo na hora, porque pareci meio desesperada. – Quer dizer, eu aceito. Acho que vai ajudar. – Tentei acalmar-me, afinal era apenas uma massagem e Justin era meu primo.


Nada iria acontecer.


– Tem algum óleo corporal aí, Victoria? – Questionara e eu assenti com a cabeça. Nós andamos lado a lado até meu quarto e aquela situação estava muito estranha. Peguei o que ele pedira e o entreguei, tinha aquilo faz um tempão, não sabia nem se ainda era válido, mas acho que serviria. Justin mandara-me deitar na cama de bruços e eu o fiz. Estava com a respiração pesada, nervosa.


As dores me pareciam mais fracas agora, provavelmente o remédio finalmente estava fazendo efeito, mas eu não perderia de receber massagem do meu primo por nada nesse mundo.


Pois é, já podem pasmar.


– Acho que vou desistir do Karatê. – Comentei, me acomodando melhor no colchão.


– Não faça isso, eu sei que no começo pode ser puxado, mas tenho certeza que você vai gostar de poder se defender sozinha. – Incentivou-me. Eu sentia que ele estava se aproximando, sendo que era impossível de ver, porque eu não conseguia virar o pescoço em sua direção. Desisti e apenas esperei-o.


– Mas eu sou muito fraca. – Falei manhosa. O colchão se afundou ao meu lado, ele havia sentado na cama. Agora sim eu podia enxergá-lo.


Justin não respondeu, mas falou algo que me fez querer cavar um buraco no chão e me esconder lá pro resto da vida:


– Pode tirar a blusa, por favor?


TIRAR A BLUSA?


Isso já estava virando sacanagem.


Meu rosto estava vermelho como sangue, mas eu tinha que parecer uma pessoa madura e não uma idiota que só transou duas vezes na vida, há um ano ainda mais. Ok. Eu estava usando uma camisa de algodão velha, porque estaria dormindo se ele não tivesse chegado, por tanto, rezei pra que não estivesse com um sutiã horrível e tirei a peça de roupa, timidamente, mas tirei.


Voltei a me deitar, fechando os olhos. Dei graças aos céus por estar com um lingerie bonito e novo, ele era branco e de renda.


– Onde você está sentindo mais dor? – Perguntou atencioso, começando a despejar o líquido alaranjado do óleo nas minhas costas, as arqueei um pouco, afinal estava gelado.


– Justamente aí onde você está passando, mas minhas pernas estão insuportáveis também. – Respondi num tom de voz baixinho e arqueei as costas novamente ao sentir a ponta de seus dedos ali.


Puta que pariu.


– Relaxa, vai esquentar... Digo, eu sei que está frio. – Era impressão minha ou aquela frase teve duplo sentido?


Depois disso não trocamos mais nenhuma palavra. Suas mãos subiram pros meus ombros e massagearam com firmeza o local, quis soltar um gemido, mas claro que tratei de passar um zíper em minha boca. A força que ele empregava fora aumentando e aquilo era simplesmente maravilhoso. Eu até o elogiaria, mas tinha medo de que se emitisse qualquer som, fosse gemer.


Após passar um tempinho naquela região, Justin desceu apenas dois dedos pela minha espinha, passando por cima do feixe do sutiã e chegando cada vez mais baixo, quando estava prestes a encostar o início do meu bumbum, voltou a subi-los. Reprimi um suspiro alto.


Deus, aquilo era enlouquecedor.


Agora ele fechara as mãos em minhas costelas, apertando-as com força, sem gentileza alguma. Meu primo fazia círculos com os polegares, alternando os movimentos e espalhando ainda mais o líquido pegajoso, voltou a subir, passando as mãos espalmadas pelo sutiã, mas logo desistiu, fazendo o mesmo movimento, sendo que por baixo dele. Desistiu mais uma vez e o abriu, se eu não estivesse mordendo meus lábios, teria ficado totalmente boquiaberta. Claro que ele não veria meus peitos, nem nada, até porque eu estava de bruços, mas... Mas...


Se eu não estava úmida antes, aquilo provavelmente me deixara, e muito.


Finalmente meu primo conseguia passear livremente pelas minhas costas, apertando-me quando podia e descendo cada vez mais, sim, agora ele definitivamente havia chegado às minhas nádegas, por cima do meu moletom, mas como antes, tirou as mãos de lá rapidamente.


Era como se ele percebesse que estava fazendo algo errado e recobrasse a consciência.


Eu estava imóvel, não conseguia falar nada e a única coisa que fazia eu me mexer, era minha respiração acelerada. Sei lá, tudo aquilo parecia proibido de mais, provavelmente era por isso que eu estava daquela forma.


Justin virou as palmas de lado, as deixando “duras” e dando leves batidinhas em minha nuca, passando pelos ombros e indo em direção aos meus braços, fazendo o mesmo percurso duas vezes. Após isso, deixou-as abertas mais uma vez e apenas as resvalou em toda minha extensão.


SANTO DEUS!!!! Exclamei mentalmente ao mesmo tempo em que ele abaixava minha calça do pijama, descendo-a até meus pés, para depois levantar-se da cama e retirá-la completamente.


O que eu faço? Gritei pra mim mesma.


Fingir-me de morta seria uma boa idéia, então foi o que eu fiz. Apenas continuei lá parada.


Meu coração estava acelerado e meu baixo ventre dava leves puxadinhas, eu estava muito excitada. Meu priminho esparramou óleo em mim de novo, só que dessa vez foi nas pernas, que agora estavam nuas, primeiro a esquerda, depois a direita. Ele pegou um de meus pés e o apertou, aquilo me fez cócegas, mas nem deu tempo de rir, porque ele já subia pelo meu calcanhar, passando pela panturrilha e a coxa, chegando cada vez mais perto da porra da minha bunda, mas MAIS uma vez, ele parou.


Frustrei-me.


Ele estava me provocando, só pode.


Fez exatamente a mesma coisa com minha outra perna, demorando um pouco mais dessa vez. Que chatice. Nas duas pernas ao mesmo tempo agora, primeiro calcanhar, depois panturrilha, coxa e bunda...


ESPERA AÍ. EU DISSE BUNDA? CARALHO.


Justin encheu as mãos com a carne do local, presumo eu que não ligava mais se era proibido ou não. Eu juro por tudo que tentei não gemer, mas dessa vez foi im-pos-sí-vel, ainda bem que fora baixinho.


Droga.


Ele parou o que fazia e seguia rapidamente para meus braços e pra poder colocá-los pra cima, (antes eles estavam ao lado do meu corpo) tirou as alças do meu sutiã. A esse ponto, minhas dores haviam sumido completamente.


Justin recomeçara sua massagem pelas minhas costas, tocando minha omoplata e descendo para perto de minhas axilas, o que fez com que seus dedos tocassem as laterais dos meus seios.


Acho que estou no céu.


Apertei as pernas com força, eu estava tão excitada que doía.


Merda.


Aquilo definitivamente havia virado uma massagem sexual, pois ele seguiu adiante e tocara meus mamilos. Ergui um pouco o pescoço, facilitando pra que ele pudesse me tocar à vontade, porém quando eu fiz isso, Justin me soltara, me deixando a ver navios.


O que porra tem de errado com ele?!


De repente, senti suas mãos afastarem minhas nádegas, como se quisesse ver meu “buraquinho”, esse homem era muito provocador.


Justin arrastou minha calcinha para o lado e dessa vez quem soltara o gemido foi ele, pois devia estar tendo uma ótima vista. Abri os olhos, um pouco receosa. Eu estava com os mesmos fechados desde o início e temia que ao vislumbrá-lo, morresse de vergonha. Senti o som de algo se rasgando e...


Porra, ele rasgou minha calcinha?


Olhei pra trás e percebi que sim.


Onde estão seus princípios, dona Victoria? Indaguei-me, finalmente me dando conta do que estava fazendo e ficando amedrontada, até porque eu não podia transar com meu primo (mesmo que quisesse muito). Eu tinha deixado aquilo chegar longe de mais, então tentei levantar-me, porém o garoto havia acabado de deitar-se em cima de mim, deixando que sua ereção coberta pelo jeans ficasse no meio de minhas pernas, era provável que tivesse feito aquilo propositalmente.


– Onde você pensa que vai? – Dissera as primeiras palavras depois de todo aquele tempo que ficamos sem nos comunicar verbalmente. Sua voz estava rouca, obscura e cheia de desejo, nem parecia ser ele falando. Meus pelos se eriçaram.


– M-me deixa... Levantar. – Tentei falar e gaguejei. Minha voz também estava rouca, mas não era nada sexy como a dele.


– Te deixo ir pra onde quiser... – Suspirei aliviada ao ouvir aquilo. -... Mas só depois que eu checar sua bocetinha. Se você não estiver molhada, o que é impossível, eu te solto. – Lambeu meu ombro e começou a descer os dedos pra minha intimidade.


AH NÃO, ISSO É JOGO BAIXO, CLARO QUE EU ESTAVA MOLHADA, ENCHARCADA, NO CASO!


E só de ouvi-lo dizendo que ia “checar minha bocetinha” já me fez escorrer mais ainda.


Quando meu primo chegou lá, sentiu toda minha excitação e deu uma gargalhada gostosa.


– Isso não é justo. – Sussurrei, fazendo um biquinho, totalmente derrotada. Ele me virou bruscamente na cama, me deixando de frente pra ele, tirando meu sutiã de debaixo de mim e o jogando longe.


Eu estava completamente nua pra meu primo.


– É mais do que justo, Vic. – Ele arrancou sua própria blusa e eu inevitavelmente olhei pra baixo, vendo seu corpo definido, Justin era apenas dois anos mais velho que eu, mas era bem forte. Balancei a cabeça negativamente, fechando os olhos, aquela visão era tentadora de mais.


– A gente não pode continu...


– Shhh! – Ele me interrompeu, colocando o dedo indicador sobre meus lábios. – Quem manda aqui sou eu. – Cuspira, de um jeito muito frio.


Gemi longamente, então ele era autoritário. Eu simplesmente amava caras assim. Só tive dois homens em minha vida, porém eles não eram desse jeito, mas eu via muitos em vídeos pornôs.


Não me julguem por ver essas coisas, mas eu não costumo sair com ninguém, por isso preciso me aliviar de vez em quando.


Hum, sinto que vou adorar o que está prestes a acontecer.


Nem dava pra acreditar que ele antes estava envergonhado por me perguntar se eu queria receber sua massagem, Justin ficara totalmente diferente do que era há uns minutos atrás. Enquanto eu estava devaneando essas coisas, ele colocara dois dedos de uma só vez em minha entrada.


Arregalei os olhos, mas não pude reclamar, pois ele me calara juntando seus lábios aos meus, tirando e colocando sua língua em minha boca, fazendo os mesmos movimentos com os dedos.


Não correspondi no começo, mas ele parecia não se importar, pois apenas continuou me beijando, pousando sua mão desocupada em minha bochecha, a acariciando de um modo gentil, que eu simplesmente adorei. Eu só consegui reagir após muitas tentativas dele, colocando as mãos em seus braços e o puxando mais para perto, sugando e tocando sua língua com a minha também. Perceber que eu estava fazendo isso, apenas o entusiasmou mais, Justin foi cessando os movimentos lá de baixo lentamente, porém não os parou por completo.


Seu polegar passara a estimular meu clitóris. Gemi em meio ao beijo, pelo prazer e pela falta de ar, mas meu primo não estava nem aí pra isso.


Ele continuara a explorar-me a boca sem se abalar, então meus olhos encheram-se de lágrimas e por mais que eu também não quisesse parar com aquele óculo, era preciso. O homem se afastara poucamente, só dando um mínimo espaço pra respirarmos. Abri a boca em busca de oxigênio e meu primo voltara a me beijar furiosamente.


Caralho.


Quando ele percebeu que eu já estava próxima do clímax, parou o que fazia em minha vagina e voou sua mão pra meu seio esquerdo, descendo a que repousava em minha bochecha para o outro. Apertou-os com afinco, massageando-os logo após.


Constatei que iria perder a cabeça quando ele desceu os lábios para meus mamilos intumescidos.


– Aaaaaaaah! – Gemi alto, agora que estava livre.


– Isso, geme pra mim, Vic. Só pra mim. – Dissera entre longas lambidas. Passou a boca pra o outro peito, o judiando da mesma forma... chupando, mordendo e lambendo. – Você só vai fazer o que eu mandar, entendeu? – Não parecia uma pergunta e sim uma ordem.


– O que você quiser. – Respondi sem nem pensar. Depois eu arcaria com as conseqüências.


– Então diz que você é minha, só minha. – Mandara, enquanto ia descendo sua cabeça pela minha barriga, lambendo o caminho dos escassos e pequenos pelinhos que havia ali. Ao chegar ao meu umbigo, o circulou com a língua. Contorci-me.


– Eu sou só sua, meu primo. – Eu estava totalmente entregue a ele. Ao senti-lo tocar minha virilha com os lábios, agradeci por ter ido ao salão ontem e ter me depilado inteirinha. Pousei minhas mãos em seus cabelos, entrelaçando os fios macios em meus dedos, esperando que ele prosseguisse logo, pois eu já estava ficando impaciente.


– Você quer que eu te chupe? – Indagara-me, sorrindo safado, olhando em meus olhos.


Ruborizei, mas tentei relevar.


– S-sim. – Gaguejar parecia ser crucial quando eu falava com ele.


– Então vai ter que me pedir... – O malicioso começara a dar beijinhos por toda minha barriga, mas não desceu mais a cabeça.


Frustrei-me mais uma vez naquele dia.


Eu não sabia como iria pedir isso a Justin, eu era orgulhosa de mais pra falar uma coisa dessas.


– Por... Favor. – Foram as únicas palavras que conseguiram sair da minha boca.


– Por favor, o que, minha linda? – Tentou me incentivar, passando dois dedos pela minha boceta. Abri mais as pernas, querendo mais contato. Ele semicerrou os olhos, pelo visto o puto realmente não iria fazer nada se eu não pedisse. Justin continuou a me provocar com os beijos e dedos, então chegara a um ponto que eu não agüentei mais.


– ME CHUPA, CARALHO! – Gritei, sem escrúpulos. Ele riu e deu uma longa lambida em meu sexo. Rosnei em puro alívio. Depois de lamber incansáveis vezes, sugou meu clitóris, mordiscando-o bem de leve pra não me machucar. Subia e descia sua língua da entrada até meu ponto sensível.


– Aaaah, Justin! – Não conseguia segurar meus gemidos e ele aumentara a velocidade dos movimentos. – AAAAAAAAAAH! – Eu estava próxima de gozar mais uma vez, então ele parou bruscamente. – PORRA?!


Estava doendo, sério, eu precisava me aliviar.


– Você só vai gozar quando eu permitir, anjo. – Ele levantara-se e voltou a deixar seu rosto na altura do meu, beijando minha bochecha e abaixando-se pra cheirar meu pescoço, tocando apenas o nariz em minha pele, me deixando arrepiada, indo em direção a clavícula, sugando meu osso.


Senti-me pulsar.


– Por favor, ta doendo. – Supliquei baixinho e ele pareceu enlouquecer. Levantou-se brutalmente, tirando sua calça numa velocidade inacreditável, a cueca foi a próxima a voar de seu corpo e ele pulara em cima de mim novamente.


O homem havia feito aquilo em segundos, foi impressionante, pra ser honesta.


Seus braços se apoiaram do lado de minha cabeça e eu corri meus olhos por seu enorme, ENORME mesmo, pênis.


Aquilo não iria caber em mim. Respirei fundo.


– Não vai caber. – Comentei, sem desviar os olhos de lá. Ele sorriu.


– A gente dá um jeito, amor. – Ele era bruto e doce ao mesmo tempo, confesso que fiquei com medo de apaixonar-me por meu próprio primo. Ele afastara os cabelos que estavam colados em minha testa e me beijara ali.


Eu estava morrendo de vontade de tocar em sua ereção e sem pensar duas vezes, o fiz, sentindo seu pênis molhado, tamanha era sua excitação. Toquei a pontinha e espalhei tudo aquilo, ganhando um gemido rouco dele.


– Eu não te mandei fazer isso! – Exclamara e eu, para provocá-lo ainda mais, apertei com mais força, massageando até a base dessa vez. Justin merecia isso depois de tudo que estava me fazendo passar. Ergui a cabeça e suguei seu lábio inferior, senti sua mão arrancar a minha de lá e ele resvalara à cabeça de seu pau em minha entrada.


– Justiiiiin. – Gemi baixinho. Pulsando. Ele me penetrara, tentando colocar tudo, mas por ser daquele tamanho, não conseguiu.


– Porra, Vic. Tão apertadinha, como eu imaginava. – Sussurrara. Fechei os olhos, seu tamanho era um pouco incômodo, então ele passara a me dar beijos por toda a face, me fazendo relaxar. Justin entrara mais um pouco, rebolando pra poder passar por aquele caminho tão estreito e quando dei por mim, já estava todo dentro.


– Estou pronta. – Avisei, presumindo que ele estava só esperando eu me recuperar. Movera-se um pouco e evitara um grito muito alto vindo de mim ao beijar-me. Colocou uma mão em um dos meus peitos, deixando a outra apoiada na cama. Ele agora quase saia completamente de mim e entrava de novo. Gemi na sua boca. Comecei a mover-me junto a ele, querendo que o mesmo tocasse um ponto mais fundo em mim.


– Deus, Victoria! – Gritou, aumentando os movimentos, passando a fazer tudo com força e agilidade. Quando via que estávamos próximos ao clímax, ele reduzia a velocidade e começava tudo de novo, primeiro lento, depois mais rapidamente e assim continuou até ele não agüentar mais aquela brincadeirinha, deixando o ritmo verdadeiramente forte e rápido.


– AAAAAAAAAAAAAAH!!! – Eu finalmente iria gozar.


– Agora você pode gozar pra mim, linda, eu deixo. Vem! – Quando ele acabou de falar isso, eu fui ao extremo.


– JUUUUUUUUUUSTIN!!!!!! – Gritei alto, mastigando seu pau enquanto gozava.


Eu nunca havia tido um orgasmo tão intenso antes.


– MINHA VIC! – Ele também falara alto, gozando muito dentro de mim, nunca deixando de se mexer.


Tentei normalizar a respiração, inspirando e expirando grandes lufadas de ar. Justin tirou seu pênis da minha entrada e eu imediatamente senti falta dele ali.


– UAL! – Dissemos em uníssono e rimos em seguida.


– Eu nunca pensei que isso viria a acontecer um dia, priminha. – Falara malicioso, jogando todo seu peso por cima de mim, dificultando ainda mais minha respiração, mas eu não liguei. Ele deitou a cabeça em meus seios e eu passei a acariciar seus cabelos.


– Ainda bem que aconteceu, porque vou querer mais. – Eu estava sem nenhuma vergonha na cara após aquele sexo selvagem.


– Porra. – Foi apenas o que ele disse, voltando a me beijar.


Já estávamos prontos pra o próximo “round”

** caso a dona se manifeste me avise para colocar os créditos :)