quinta-feira, 29 de agosto de 2013

#ImagineHOT - Justin Bieber

           ( infartando em 3 , 2 , 1 ... )

“Justin Bieber não é mais o mesmo?”
Esse era o titulo da matéria do jornal.
É, mais acho que as pessoas tem razão, ele não é o mesmo menininho. E eu tenho orgulho de dizer que eu sou a responsável pela sua mudança.
Sim, eu.
Meu nome? Bom isso não importa, a única coisa que importa é a minha função.
Tudo começou graças ao Ryan, um menino que eu conheci em L.A
Ele estava de passagem, com um amigo e eu estava trabalhando claro.
Flashback*On
– E ai, o que achou? – Ryan perguntou vestindo a roupa.
– Pra que você quer que eu de nota ao seu modo de transar? – ta eu sabia por que. Adolescentes.
– Ah seil la. Você é mais experiente. – ele ficou com vergonha? Nossa.
– Ta legal. Eu dou... – fingi pensar – oito.
– Oito? – acho que ele queria um dez.
– É. – levantei da cama e vesti a calcinha. – Ei gatinho, falta uma coisa pra você tirar dez. – alisei seu peito.
– O que? – agarrou minha cintura colando nossos corpos.
– Eu cobro mil dólares o programa. – falei e me soltei dele.
– Entendi. – bufou e assinou um cheque.
– Agora sim. Nota dez. – analisei bem o cheque. – Como recordação. – entreguei a ele uma foto nossa juntos na cama. Eu sempre fazia isso com meus clientes, já que eram todos muito ricos e famosos eles sempre queriam privacidade. Eu tirava as fotos por diversão, mais depois entregava a eles pra que eles dessem o fim que quisessem.
– Me da seu telefone. – perguntou olhando a foto. – Pra se eu quiser outra vez claro. – sorriu timidamente.
– Ta escrito atrás. – sorri e coloquei meu vestido e meu sapato. Ele ficou parado fitando a foto.
[...]
– Quem é? – atendi o telefone já perguntando, já que era numero desconhecido.
– Não lembra de mim?
– Me fala seu sobrenome que talvez eu lembre.
– Butler.
– Hmm. Ryan gatinho, quanto tempo. Acho que 6 meses certo?
– É
– E ai, ta de volta em L.A e quer me fazer uma visita? Eu to cobrando mais caro ein.
– Relaxa gata. Dessa vez não é pra mim. Eu preciso de uma ajuda.
– Ih, eu já doei minha porcentagem de caridade pra igreja.
– Não é nada de graça. Vou te pagar muito bem.
– E o que eu tenho que fazer meu anjo?
– Eu tenho um amigo. E bom, ele ainda é virgem, então ele precisa de tratamento especial.
– Tratamento especial é comigo mesmo.
– E sigilo.
– Querido eu já fiz programa pra artistas que você nunca vai imaginar na vida. Acho que não tem ninguém melhor pra fazer sigilo quanto a isso do que eu.
– Então ta certo. Daqui a um mês eu vou pra L.A com ele e ai eu te ligo de novo pra marcar.
– Por mim tudo bem. Ah e Ryan.
– Sim.
– Acho que você ganhou um brinde.
– Eu vou até ai buscar.
[...]
Estava arrumando a casa, eu nunca fazia isso já que tinha uma diarista, mas eu não tinha nada melhor pra fazer. Isso, até meu celular tocar:
– Oi – atendi mostrando todo o meu tédio e cansaço
– E ai, é o Ryan. Eu to em L.A, qual vai ser?
– Me explica exatamente o que você quer!
– Então, bom, eu tenho esse amigo...
– Idade? – o interrompi, não que seja importante, mas eu quero saber.
– 16
– Bem novinho não acha?
– Eu tinha 16 quando fiz programa com você. – respondeu brincalhão.
– Eu só to falando, por que quero certeza de que vão pagar meus dois mil dólares conforme o combinado. – falei rude
– Nossa, ta mais cara mesmo ein.
– Cala boca e fala logo.
– Bom, ele quer fazer isso, e eu sei que você é a melhor e não faz isso com qualquer um. Então achei que seria uma boa pra ele.
– Tanto faz. Ele ta ai com você?
– Na verdade não, ele saiu pra resolver uns problemas. Onde agente pode marcar?
– Bom, já que é uma coisa especial, vou oferecer meu santuário. Pode vim pro meu apartamento, já que ele é de menor e tem que ter segredo, não vou me arriscar em um motel.
– Tudo bem, me manda o endereço por mensagem, estarei ai com ele as oito, tenho que desligar. Beijo na bunda.
– Vai pra porra Ryan. – desliguei rapidamente. E enviei a mensagem com o endereço, e voltei a arrumar o apê.
[...]
Estava tudo pronto. Eu vestia uma lingerie roxa, eu adorava aquela cor.
Escutei a campainha e vesti meu robby preto de seda. Abri a porta vendo dois garotos nela.
– Pera ai, Justin Bieber? – perguntei incrédula. Tinha um anjinho na minha frente e ele parecia nervoso com o que estava pra acontecer.
– Oi, podemos entrar? – Ryan perguntou. Dei passagem e fiz sinal com as mãos para que eles entrassem.
– Então, ta com medo de falar comigo lindo? – cheguei perto dele, o suficiente pra ouvir sua respiração descompassar.
– Eu acho que vou indo. – Ryan falou e eu assenti.
– Pode deixar que eu devolvo ele inteiro. – pisquei pra Ryan e segurei a mão do pequeno castanho que me fitava admirado.
– Er... – acho que ele procurava as palavras pra iniciar uma conversa – Meu nome, você já sabe né? – assenti sorrindo me sentando no grande sofá, o puxando pra sentar ao meu lado – Me diz o seu.
– Você não vai precisar saber meu nome – soltei um risinho e fiquei de pé de novo a frente dele – Espero que não se importe, mas eu estou com um pouco de calor – abri meu hobby, e vi os olhos cor de mel do garoto se arregalarem diante de mim.
– Minha cor preferida – mordeu o lábio inferior e eu vi pela primeira vez na noite, aquele rosto de anjo, se transformar em um demônio, cheio de luxuria e desejo.
– Você só precisa relaxar, ok? – me sentei em seu colo, colocando uma perna em cada lado de sua cintura. Eu era um pouco mais alta que ele, mas felizmente ao sentar no seu colo, ficamos exatamente da mesma altura. Rapidamente suas mãos seguraram minha cintura, apertando. Ele tinha mãos grandes, como de um homem. Adoro mãos assim, tão masculinas e que demonstram o quanto firme e forte um homem é. Senti seu olhar pairar sobre meus seios e me aproximei de seu ouvido.
– Toque-os, eles são seus agora. – mordi o lóbulo de sua orelha de leve, e ouvi ele arfar. Sua mão direita subiu gentilmente, livrando minha cintura e alcançando meu seio, massageou ainda por cima do sutiã.
– Eu posso te beijar? – perguntou inocente.
– Eu sou sua hoje, faça o que quiser. – dei meu melhor sorriso sedutor e logo senti aqueles belos lábios rosados nos meus. Ele sabia beijar, seu beijo era envolvente e tinha um incrível gosto de quero mais.
Suas mãos ainda apertando minha cintura, me fizeram ter a conclusão de que ele realmente tinha pegada, e me imaginei sendo violada por ele. Penetrada com toda força e suada sobre seu corpo. Nunca me senti assim só no inicio de um programa, aquela sim seria uma longa e prazerosa noite.
Me apertou com mais força contra seu corpo, enquanto ainda nos inebriávamos em um beijo, e pude sentir seu membro totalmente rígido. Eu não agüentaria aquela tortura por muito tempo.
– Eu prometi te dar um tratamento carinhoso. – falei entre o beijo, até parar totalmente – Então, deixa eu começar – sorri e dei uma ultima mordida em seu lábio inferior. Ele rapidamente tirou a camisa. Não tinha um corpo definido, mas sim um corpo de adolescente normal, isso não importava pra mim.
Estendi a mão e ele a pegou. O puxei lentamente até o quarto. O empurrei devagar fazendo o mesmo sentar na cama. Me ajoelhei a sua frente, sua calça já estava suficientemente baixa, mostrando seu membro, mais eu tive que tira-la ou me atrapalharia. Tirei o cinto e desabotoei a calça olhando naqueles lindos olhos cor de mel e sorrindo. Puxei a calça, tirando junto os tênis. Sua box branca não escondia de forma alguma seu membro grande, quase escapando. Puxei um pouco a barra da cueca e logo ele saltou pra fora, me dando a visão de um grande, ereto e vermelhinho, membro. Ele era grosso, conclui que teria um grande esforço pra controlar meus orgasmos hoje. Segurei pela base, fazendo o garoto arfar.
– É bom sentir minhas mãos no seu membro? – comecei com os movimentos e tudo que ele fez foi assenti devagar e de olhos fechados – Espero que você goste – completei antes de dar uma leve lambida na cabecinha rosada, de onde seu liquido pré seminal saia, doce como seu gozo. Assim que coloquei sua cabecinha na boca ele gemeu, me deixando mais feliz ainda. Chupei devagar e logo já estava engolindo o resto do seu membro.
Não queria que sua primeira gozada da noite fosse com um oral, então não me demorei muito.
– Por que parou? – perguntou me fitando enquanto eu ajeitava o cabelo que ele havia agarrado e bagunçado.
– Não quero que seja assim tão rápido. – pisquei pra ele e me virei – Que tal uma musica? – perguntei já escolhendo uma no meu player do stereo.
– Qualquer coisa, vem logo – eu ri da pressa dele. Que fofo. Coloquei Toxic – Britney Spears e me virei, vendo-o já nu deitado na cama.
Sorri e recebi um belo sorriso de volta. O sorriso que eu jamais esqueceria. Fiquei de pé na cama e comecei a rebolar. Aquele garoto, nu deitado na minha cama, seu membro apontando pra mim enquanto eu dançava, aquilo tudo era louco, depravado e muito excitante. Se você estivesse no meu lugar, certamente não esperaria pra se encaixar e cavalgar naquilo por longas horas até seu corpo não poder mais agüentar, ou o dele não mais agüentar. Mas eu era profissional, eu precisava me controlar e fazer tudo parecer apenas um programa, um fetiche pra ELE e não pra mim. Mais especificamente, os programas nunca eram pra eu sentir prazer, todos eram apenas pra dar prazer, por isso se chamam programa. Até mesmo, muitas vezes, eu tive que fingir orgasmos. Aqueles artistas que vocês pensam arrasar na cama, que aparecem todos fortões em filmes, muitos deles passaram por mim como a lembrança de mais um orgasmo fingido. Mas eu nunca deixei de ser elogiada, de fazer um trabalho perfeito aponto de fazer um homem de 40 anos ter três ejaculações na mesma noite, sim eu tinha esse poder. E tenho esse poder, e me orgulho disso.
Assim que fiquei completamente nua, aqueles dois grandes olhos cor de mel queimavam sobre meu corpo, medindo cada centímetro, analisando cada curva.
Fiquei de quatro, aproximando meu rosto do dele. Estiquei a mão, alcançando no criado mudo a camisinha. Me sentei em suas pernas e abri o pacote. Escorreguei o plástico pela extensão de seu membro e voltei a posição normal. Encostei meus lábios no dele e puxei seu lábio inferior de leve com os dentes. Me ajeitei na cama e encostei a cabeça de seu membro na minha entrada. Sentei devagar e rapidamente senti suas mãos na minha cintura.
– Me diz o que você sente. Eu quero ouvir sua voz. – mordi sua bochecha de leve, afinal, nada de marcas.
– É quente... aaarf... – ele gemia enquanto eu movimentava em seu membro. – Ar... apertado... oorf – quiquei devagar e olhei em seu rosto. Aquela era a expressão do prazer, a qual todos os homens tinham. Mas nele parecia diferente, seu rosto era tão infantil e bonito ao mesmo tempo. Parecia mais um anjo, e eu o demônio querendo possui-lo da forma mais insana e violenta possível.
– Você gosta quando eu rebolo – rebolei devagar – assim? – rebolei mais uma vez, e suas mãos desceram pra minha bunda, apertando-a.
– Pode bater, é toda sua também. – não hesitou em faze-lo. Recebi um belo tapa na nadega esquerda, que só serviu pra me dar mais tesão.
– Quica pra mim vai – pediu, e eu assenti com um sorriso no rosto. Era tudo que eu queria. Comecei a cavalgar devagar, mais conforme eu ia, as mãos dele na minha bunda me controlavam um pouco, aumentando o movimento.
– Puta que pariu – ouvi um palavrão saindo de sua boca, isso significa que ele tava chegando perto, mas ainda não tava na hora.
– Calma gatinho. Ainda tem muito aqui. – alcancei seu lábios, e continuei quicando em seu membro. Vocês podem achar besteira, mas pra homem tem essa coisa, eles adoram conversar na hora do sexo, isso é fato, silencio não é com eles. Ou vocês acham que eles te fazem gemer por que? Pelo simples fato de que no silencio é chato. Excitante é provocar, usar as palavras, enquanto você sente aquela grande arma dentro de você, pulsando quente, falar coisas obscenas, coisas que você nunca falaria as claras pra pessoa, isso sim é um grande complemento ao sexo.
Eu já estava me entregando, agora meu suor e meus gemidos já denunciavam que eu não teria mais controle do meu corpo, pra um virgem ele tava sabendo exatamente onde tocar. Giramos na cama, onde eu pude abrir mais as pernas, dando maior velocidade e pressão as entocadas. Agora ele se sacrificaria, ficaria por vez dele controlar os movimentos e a força com que fazia.
E bom, ele se saia perfeitamente bem, segurava meu seio esquerdo com força enquanto a mão direita apoiava no meu joelho. Desceu o corpo rápido tomando meus mamilos entre os dentes. Não agüentaria muito tempo.
– Vai... com força... vai. – supliquei agarrando seu cabelos e prendendo sua cabeça em meu sei esquerdo, justo o mais sensível. Mordiscava e chupava com tal intensidade que já não agüentava mais. Suas entocadas rápidas agora eram auxiliadas pelos movimentos dos meus quadris. Mastiguei seu membro e logo senti um espasmo.
– Eu vou go... AR – gritei e gozei, gozei como nunca antes – Ai, Bieber, não para, continua. – gemi em seu ouvido rebolando mais ainda.
– Eu não vou conseguir segurar – resmungou perto do meu pescoço. Aumentou os movimentos e antes que eu pudesse esperar ele relaxou o corpo. Caiu sobre mim suado. Não me importei e acariciei seus cabelos. Senti sua boca serpentear meu pescoço e logo depois recebi um belo beijo.
– Maravilhoso – exclamou e caiu do meu lado. Nossas respirações ainda estavam descompassadas, então nada se foi dito, ele apenas tirou a camisinha e deu um nó, a jogando no chão em seguida
– Me diz... como eu fui? – perguntou depois que sua respiração estava melhor. Soltei um riso fraco, por que esses adolescentes gostam tanto de saberem se são bons de cama.
– Tenho que admitir, eu te superestimei. Não quero que se sinta convencido, mais ouvir isso agora é bom, então, você conseguiu me dar um orgasmo completo sem precisar da minha ajuda. Você foi ótimo. – sorri pra ele e recebi um selinho.
– Você é linda sabia? – afirmou afagando meus cabelos suados.
– Você também é lindo. – não sabia o que estava acontecendo, mas eu não pude evitar em responder do mesmo jeito. Ele era mesmo realmente bonito, mas o que me pareceu é que aquilo era um sexo entre um casal e na verdade era um sexo entre uma prostituta e um cliente, nada além disso. Então quando eu cai em mim me levantei rapidamente.
– Acho que precisa de descanso, vem. – estendi a mão pra ele o ajudando a levantar da cama. Vesti minha calcinha e ele a box. O puxei pra cozinha.
– Então, por que agente ta na cozinha? – perguntou rindo e se sentou no balcão.
– Tradição. Eu costumo comer sorvete e tirar fotos depois. – sorri e peguei o pote de sorvete e duas colheres do congelador.
– Sério? – arregalou os olhos assustado.
– Calma, as fotos ficam com você e você faz o que quiser delas, é só um fetiche que eu gosto. É bom ver as fotos no fim da noite. E como hoje é um motivo especial eu pensei que pudesse ser bom o sorvete. – sorri e dei a colher a ele. Ele riu.
– Então o sorvete não é tradição. – afirmou pegando um pouco. Me sentei ao seu lado no balcão.
– Não, não é. – rimos fraco – Mas sei la, pensei que fosse gostar – dei de ombros. Sim eu estava me envolvendo mais que o normal.
– Eu adorei. – me deu um beijo na bochecha – Me conta sobre você? Quantos anos?
– Quer mesmo saber? – arqueei as sobrancelhas.
– Eu sou muito curioso. – sorriu e deu outra colherada no sorvete.
– Ta, tenho 22. - sorri e ele arregalou os olhos.
– Tão nova.
– Eu sei, é a vida. Nem todo mundo tem o seu talento.
– Por que escolheu isso?
– Não foi uma escolha difícil, eu não tinha onde ir, ou onde morar, ou comer. Meu primeiro programa foi com um ricasso que me viu na rua, eu ainda era virgem e ele me pagou bem caro pra ser meu primeiro. Então, depois disso foi fácil.
– Mas você só faz com pessoas ricas? Tipo artistas, banqueiros?
– Claro. O que eu faço é errado eu admito, então se eu vou fazer, vou fazer por um preço que eu sei que valho. – ficamos em seilencio.
– Eu poderia te ajudar, sei la, pra você sair dessa vida. – eu tive que rir.
– Você é um doce, mais depois dessa noite você só vai ter vagas lembranças do prazer que sentiu. – lhe dei um selinho e desci do balcão ficando a frente dele. Acariciei seu membro por cima da cueca e não demorou para que ele ficasse mais vivo que nunca. Eu precisava parar com aquela conversa. Eu não tinha vergonha de falar daquilo, mais eu não podia dar mais atenção aos papos do garoto. Dizem que as mulheres são o sexo frágil mas geralmente é o homem que nunca esquece seu primeiro sexo. Eles sempre lembram, ainda mais quando tão novos. Ele poderia ficar preso a mim, e isso era o que eu menos queria. Puxei seu membro pra fora e abocanhei, fazendo Justin socar o balcão de leve.
Senti seus dedos invadirem meus cabelos, e suas mãos me ajudando com os movimentos. Ele provavelmente não começaria uma conversa com coisas mais interessantes a fazer. Suguei seu membro e ele puxou meu cabelo me fazendo olha-lo.
– Engoli tudo. – a agressividade em sua voz me deixou excitada. Agora já não era mais a primeira vez dele, ele já estava se soltando, e isso era ótimo.
Aumentei os movimentos e conforme sugava seu membro, ouvia ele murmurar algumas palavras que não dava pra entender. Sua mão relaxou no meu cabelo e eu senti se liquido quente na minha garganta, continuei com a boca ali, afim de tomar tudo aquilo. O liquido branco escorrendo em meus lábios era adocicado. E eu tratei de tomar tudo, Justin saltou do balcão e me empurrou de costas pro mesmo. Automaticamente impinei, recebendo um belo tapa na nadega direita. Eu sorri.
– Onde tem camisinha aqui? – sua voz já estava rouca de tesão, e eu via em seus olhos a euforia e pressa. Apontei a gaveta do balcão de onde ele rapidamente tirou a camisinha, eu tirei minha calcinha, e ele vestiu o plástico no membro.
– Toda apertadinha. – colocou seu membro devagar. Seu movimento de vai e vem fazia meus seios arrastarem no mármore do balcão da cozinha. Recebi mais um tapa na bunda antes dele começar as entocadas fortes e rápidas. Suas mãos apertavam minha cintura e faziam meu corpo ferver debaixo de seu toque.
– Goza pra mim. – sua voz rouca e embargada pelo prazer fez meu corpo estremecer. Seus dedos escorreram para meu clitóris e eu soltei um gemido agudo. Nunca foi uma coisa possível de controlar, já sentia as paredes da minha vagina se fechando e mastigando o membro dele. Soltei mais um gritinho e meu liquido desceu quente e escorreu pelas minhas pernas.
– Gostosa. – recebi mais um tapa estalado e os movimentos aumentaram, mas antes que eu pudesse voltar ao meu estados normal pós orgasmo ele parou e gemeu alto. Agora ele havia gozado.
– Você é espetacular. – exclamou e saiu de mim, repetindo o mesmo ritual de antes, dessa vez jogando a camisinha no lixo.
– Um banho? – perguntei e ele assentiu sorrindo. Subimos e eu deixei a banheira enchendo enquanto ficávamos aos beijos e amassos.
Entramos na banheira e antes que eu pudesse pensar ele me puxou pra seu colo, roçando seu membro, já ereto em minhas coxas.
– Você nunca quis ter sua primeira vez com uma menina especial? – ele parecia tão fofinho e apaixonante, eu precisava saber.
– Eu pensava assim, mas ai eu acabei desistindo da idéia, não seria nada legal dois virgens na mesma cama – rimos com o comentário e voltamos com os amassos.
Senti quando sua mão serpenteou pra debaixo da água e logo depois seu membro roçar minha entrada.
– Camisinha – exclamei e dei uma mordida em sua bochecha.
– Sem vai, só um pouco. É minha primeira vez. – fez um biquinho e sorriu. Aquilo foi fofo, eu me cuido bastante então, não seria problema pra ele ou pra mim.
– Um pouco – sussurrei e me encaixei em seu membro. Ele gemeu forte, realmente sem camisinha é totalmente diferente.
Cavalguei devagar, enquanto ele apertava os olhos e mordia o lábio inferior. Joguei meu corpo pra trás e ele me empurrou, me jogando pro outro lado da banheira, abri mais as pernas e ele se acomodou, começando com os movimentos rápido em seguida.
– Ai caramba – exclamou alto e aumentou a velocidade, mas antes que eu pudesse chegar ao meu orgasmo ele tirou de dentro.
– Por que parou? – perguntei nervosa e ofegante.
– Eu gozei porra. – exclamou ficando de pé e segurando seu membro. Pulei rapidamente da água e fomos pro chuveiro terminar nosso banho.
– Desculpa não ter conseguido me segurar. Foi rápido demais. – ele estava aparentemente chateado, mas eu não, é normal que ele gozasse tão rápido na primeira vez que experimentou sem camisinha.
– Relaxa, é normal – me enrolei no hobby e sentei na cama esperando que ele saísse.
– Deita – saiu do banheiro ordenando.
– Como que é? – me deitei e fiquei o olhando. Ele veio até mim, se ajoelhou na cama e abriu minhas pernas brutamente.
– Eu quero te aliviar um pouco – antes que eu pudesse responder, eu gemi, já que ele começou a me estimular com o dedo – Eu vou te provar.
Senti ele colocar dois dedos e começar os movimentos, olhei pra ele quando ele parou. Me olhou rapidamente e antes que eu pudesse imaginar o que aconteceria, sua língua percorreu minha entrada. Me contorci de prazer e depois relaxei o corpo.
Gimme More – Britney Spears tocava enquanto eu gemia. Ele sabia exatamente o que fazer, e isso era incrível. Alternava os dedos e a língua e me dava prazer quando mordia meu clitóris. Gemi alto chegando ao meu ápice e senti um arrepio na espinha. Gozei, e o garoto se satisfez de todo meu liquido, me sugando e lambendo.
– Você é extremamente doce, uma delicia. – o barulho da sua língua agora ecoava já que a musica parou. Não entendi por que, já que eu coloquei o Cd.
Subiu e tomou meus lábios, me permitindo provar do meu próprio gosto. Seu dedos serpentearam minha entrada e direcionaram pra minha boca, onde eu os tomei em minha boca e suguei o maximo que podia.
– Ainda não terminei – resmunguei e fiquei sentada na cama rapidamente. Me livrei do hobby e quando olhei, percebi que já estava do jeito que eu queria. O abocanhei e comecei os movimentos rápidos, ele arfava e segurava meus cabelos. Se ele podia me destruir, eu faria o mesmo que ele. Segurei seus testículos e os massageei lentamente. Ele gemeu alto e folgou o aperto no meu cabelo. Provavelmente não tinha força pra apertar meus cabelos, esse é o ponto fraco de qualquer homem.
– Quero seu gozo de novo, goza pra mim. – falei encarando seu membro vermelho. Continuei massageando seus testículos e seu membro contraiu dentro da minha boca, soltando seu liquido. Não foi um jato forte como o primeiro, mais foi o suficiente pra eu me deliciar. Me puxou e me beijou ferozmente. Ele ofegava enquanto me beijava, mas não parou.
– Isso foi demais. – exclamou e eu cai deitada ao seu lado na cama.
– Com certeza. Parabéns – sorri docemente, coisa que eu poucas vezes faço e recebi um lindo sorriso de volta. Agora tava na hora de acabar com o encanto.
– Bom, então, esse é o ato final. – me levantei da cama e vesti meu hobby. Ele me olhou triste e se levantou vestindo a box.
– Vou ligar pro Ryan vim me buscar, não vim de carro. – sua voz mostrava o quanto chateado ele estava, mas isso não me comoveu tanto.
– Faça isso – dei de ombros e liguei de novo o radio. Circus – Britney Spears
[...]
Abri a porta e Ryan entrou, sorriu abertamente pro amigo que sorriu de volta.
– Então meninos... – tirei eles da troca de olhar
– Ah sim... desculpa. Ta aqui. – me estendeu o cheque e eu o analisei
– Aqui tem cinco, eu pedi dois. – o encarei.
– Você merece bem mais do que isso. – o sorriso dele é lindo e eu não resisti em lhe dar um selinho.
– Obrigada, foi realmente um prazer – rimos juntos e Ryan nos olhava estranho.
– Ta bom vocês dois... vamos? – tirou agente do nosso momento relembrando da noite e eu sorri pra ele.
– Voltem quando quiser, ok? – os levei até a porta.
– Com certeza, acho que eu achei uma ótima amiga – sorri e eles saíram. Passei a chave na porta e suspirei feliz, foi realmente uma ótima noite, ele é incrível.
Bateram na porta de novo, presumi que eles haviam esquecido alguma coisa.
– Esqueceu algo? – perguntei os encarando sorrindo.
– Eu não recebi minha foto – sorriu abertamente e eu os puxei pra dentro.
Naquela noite eu finalmente tive uma ótima conversa com dois aimgos, pode parecer estranho, por que eles eram dois adolescentes. Mas eu nunca tive amigos e eles me trataram tão bem que eu fiquei feliz. Passamos a madrugada conversando, eles realmente foram os melhores programas da minha vida.
Flashback*Off
Lembrar dessa noite é muito bom. Eu acho engraçado quando vejo uma foto dele com a namorada, pegando na bunda dela e tal. Ele era tão fofo quando eu o conheci, eu gosto de dizer que contribui pra evolução dele. Mesmo que eu não possa contar pra ninguém, eu gosto.
Vocês devem querer saber se eu o vi mais vezes depois disso?
Com certeza... mas isso é outra história!

**nao lembro o nome do blog , caso a autora leia e peca eu coloque os créditos :)

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