segunda-feira, 5 de agosto de 2013

#ImagineHOT - Niall Horan

Acordei tremendo e suando muito. Fiquei sentada na cama, pensando no que havia acabado de passar pela minha cabeça, aquele sonho… Ele era meu irmão, e eu havia sonhado coisas extremamente erradas a respeito de nós dois. Ele estava em cima de mim, beijando meu pescoço enquanto abria minhas pernas para meter em mim. E quando finalmente ia penetrar seu membro duro e grande em meu sexo, eu acordei.
Fiquei irritada com a interrupção, pois por mais que ele fosse meu irmão, aquilo estava sendo extremamente bom. Eu tinha um namorado, e amava ele, assim como ele me amava também. Mas naquela noite, eu queria estar com Niall, e eu queria que ele estivesse dentro de mim, me dando prazer e sentindo prazer.
Olhei para o relógio e vi que marcava 02h23min, então me levantei e fui beber água. Ao voltar para o quarto passei em frente ao quarto de Niall, meu irmão de sangue. Estava tudo quieto, e tudo escuro a não ser pela luz da lua que entrava por uma das janelas, por mais que a cortina estivesse cobrindo uma boa parte dela.
Parei em frente ao quarto dele, abri a porta vagarosamente e entrei, fechei a porta e caminhei em direção a ele. Ao olhar para o chão avistei uma de suas camisetas, jogadas em frente a cama dele. Fui até ela, e a peguei, apertei minhas mãos em volta dela e a levei até o meu rosto, cheirando a camiseta com vontade… O cheiro que ele tinha no meu sonho, o cheiro de prazer, cheiro de sexo, um cheiro que eu precisava provar desde quando acordei daquele sonho.
Olhei para a cama dele, e lá estava, de barriga para baixo, e os braços agarrados no travesseiro… Poderiam estar em mim, me apertando e agarrados em mim. Cheguei mias perto dele e me sentei na cama, ao seu lado. Minhas mãos se direcionaram para o cabelo dele, sem que eu pudesse pensar em não fazer aquilo. A maciez do seu cabelo entre meus dedos fez o desejo crescer mais dentro de mim. Comecei a massageá-lo, a acariciar mais ainda, e ao escutar o gemido que ele havia soltado, perdi os limites.
Ele acordou ao sentir minha mão puxando levemente seus cabelos e minhas unhas raspando em seu couro cabeludo.
- O que… O que você ta fazendo aqui? – ele perguntou assustado ao ver-me ali.
Então ele se virou de barriga para cima e se apoiou sobre os cotovelos na cama, ficando quase que sentado. Não me contive, e sem responder nada, me sentei no colo dele, uma perna de cada lado, em volta da cintura dele. Ele tentou reagir, me segurou pela cintura para me tirar, foi quando eu percebi o que perderia, e então comecei a rebolar no colo dele.
Eu estava usando uma camisola curta, da cor branca, e feita por um tecido fino, e ele, bom, ele dormia apenas de cueca. Não demorou muito para que eu sentisse a ereção dele. Estava duro, e era grande. Sabia que era errado fazer aquilo, mas eu necessitava, mesmo ele sendo meu irmão, eu precisava senti-lo dentro de mim, e faria com que ele também precisasse.
Comecei a rebolar mais até ouvir mais um gemido dele. As mãos que estavam em minha cintura começaram a me apertar e a pressionar meu corpo mais ainda contra o dele.
- (S/N), o que…? – ele mesmo se interrompeu, ao soltar outro gemido.
O membro dele estava roçando minha vagina, mesmo sob os tecidos da cueca e da minha calcinha. As mãos dele foram para a minha bunda e dessa vez quem gemeu foi eu.
Com rapidez, colei minha boca na dele e o beijei, enquanto as mãos arranhavam as costas dele, e depois, iam em direção ao cabelo, puxando e massageando-o.
- Niall… Por favor… – eu implorava entre os beijos. – Por favor, me come!
Ele tentava, mas não conseguia se livrar daquele momento, porque por mais que ele fosse meu irmão, antes de tudo, ele era homem, e comigo daquele jeito, o estimulando, ele não aguentaria, ele precisaria trepar comigo. E logo.
As mãos dele, que antes estavam em minha bunda, agora passaram para minha vagina, e os dedos agilmente e rapidamente puxaram a calcinha para baixo, eu o ajudei a tirá-la, e também ajudei-o a tirar a cueca, quanto antes ele começasse, antes eu sentiria aquela sensação gostosa, e antes eu poderia voltar para o meu quarto e fingir que nada havia acontecido.
- Eu… Espera, precisamos de camisinha… – ele dizia entre gemidos, e tentando me parar.
- Não, não precisamos, eu tomo pílula, e eu quero que você me coma logo! – disse finalizando com uma mordida no lábio inferior dele.
Enfim me ajeitei em seu membro, e então senti ele entrar por completo em mim.
- Ahhh. – joguei minha cabeça para trás ao sentir a extensão de seu pau se aprofundar em mim. A sensação tomou conta do meu corpo, o prazer estava me possuindo, assim como ele.
Ele soltava alguns gemidos, ainda com a boca colada na minha, o hálito quente dele em meus lábios, as mãos em minha cintura, me apertando mais e mais. Ele me ajudava a subir e descer, eu escorregava pelo pênis dele rapidamente. Já estava completamente molhada.
- Mais rápido, por favor… Ahh Niall… – eu gemia enquanto cavalgava em cima dele.
- Isso, assim… Ah… Bem assim… – ele gemia junto comigo.
- Mais forte… Mete mais, ah. – eu tentava falar o mais baixo possível, pois meus pais estavam no quarto do lado, e se eles acordassem, iriam ir até meu quarto e ver que eu não estava lá, e daí a coisa complicaria, mesmo a porta do quarto de Niall estando trancada, já que eu a tranquei ao entrar.
Mais alguns movimentos, fortes e rápidos, e eu senti meu corpo estremecer, e então gozei, em seguida senti aquele liquido quente jorrar dentro de mim, ele finalmente havia gozado também.
Descansei um pouco no colo dele antes de me levantar, fazendo com que o pênis dele saísse de dentro de mim e fazendo com que alguns pingos de sêmen escorregassem pela minha coxa.
- Droga! – falei pegando minha calcinha que estava no chão, e saindo do quarto.
Queria ir até o banheiro para tomar um banho. No quarto Niall me chamava baixinho, mas não dei bola. Fui até o banheiro e tomei um banho rápido. Depois daquela noite eu não falaria com ele por um bom tempo, havia sido vergonhoso, por mais que tivesse sido gostoso, ele era meu irmão, e eu havia transado com ele, isso era errado, eu gostava do errado, mas sabia que não deveria. Aquele sonho fez com que eu ficasse louca, e agora faria com que eu ficasse com vergonha do meu irmão pelo resto da vida.

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